A Polícia Federal afirma que Valdemar Costa Neto, presidente do PL, liderava uma rede de emendas secretas na Câmara dos Deputados.
O político teria utilizado uma ‘estrutura paralela’ para remanejar verbas públicas e contaria com a atuação de servidores como Nara Nicolau Brum e Mariangela Fialek, conhecida como ‘Tuca’, que seriam as principais operadoras do esquema.
Garigham Amarante Pinto, advogado e ocupante de cargo especial na liderança do PL, seria o emissário direto do presidente do PL e responsável por negociar os montantes das emendas secretas.
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