Se vencer o Marrocos, os bleus se credenciam a ter o tamanho do Brasil de 1970 – se perderem, cairão como a amarelinha de 1982.
Na busca por uma vitória que seja eterna, os franceses podem encontrar inspiração na arte dos maestros modernistas, como Matisse e Duchamp.
Dance I, um óleo sobre tela de Henri Matisse, pintado em 1909, remetesse ao ataque francês de Olise, Dembélé e Mbappé.
🌍 Contexto e Relevância
É aquele famoso quadro de quatro mulheres dançando nuas.
Há este do Moma e um primo próximo no Museu Hermitage, em São Petersburgo, na Rússia.
Mas qual o quê, se os franceses não conseguir a vitória?
📌 Pontos Principais
A jornalista Ruth de Aquino chegou a ensaiar o casamento de Matisse com a turma brasileira de Carlo Ancelotti, numa das comemorações ao modo surfe de Matheus Cunha.
A partir de 17 horas, horário de Brasília, a França enfrenta o Marrocos.
Pode dar zebra, sim, mas é mais provável que os franceses tenham uma outra atuação primorosa, porque jogam com facilidade, pé em pé, extrema rapidez e agressividade.
Não seria heresia dizer que os bleus, se passarem, entrarão para a história de mãos dadas com uma outra equipe de ataque azeitado, gostoso de ver, eterna: a do Brasil de Jairzinho, Pelé, Tostão e Rivellino, no tri de 1970, no México.
Ok, não há um Pelé nesse escrete de Didier Deschamps, mas há muitas outras histórias para contar.
E se os franceses conseguirem a vitória, quem sabe que essa equipe nunca mais será vista como uma das favoritas do torneio?
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