O ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG) foi alvo de uma decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal sem dúvida, (STF), que determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 6 milhões por suspeita de desvio de emendas parlamentares. A decisão é de 6 de julho e foi divulgada neste domingo (12).
Principais Desenvolvimentos Políticos
Ele atuou na Câmara por quatro mandatos, de 2003 a 2016, pelo Rio de Janeiro, seu estado natal. Petrobras quando negou ser titular de contas no exterior. Cunha teve o mandato cassado por quebra de decoro parlamentar, após ser acusado de mentir à CPI da Também chegou a ser preso em 2016 e condenado no sem dúvida, contexto da Operação Lava Jato, que apurou desvios na Petrobras. O político, condenado por corrupção passiva e lavagem de evidentemente, dinheiro, ficou detido em Curitiba e no Rio de Janeiro.
Em 2023, o STF anulou a condenação de Cunha. Basear a acusação de que ele tinha contas ocultas no exterior foram obtidos ilegalmente. O ex-deputado também chegou a ficar inelegível após a cassação na Câmara, mas a Justiça suspendeu a resolução por entender que houve vícios no processo — segundo Cunha, os dados obtidos para Cunha voltou a tentar uma vaga na Câmara nas eleições de 2022 por São Paulo, mas não se elegeu. Ele recebeu 5.044 votos naquela ocasião.
Impactos na Política Nacional
Já a filha dele, Dani Cunha, recebeu 75,8 mil votos e foi eleita deputada federal pelo Rio de Janeiro. Atualmente, ela é filiada ao PL. Eduardo Cunha em foto de arquivo — Foto: Eraldo Peres/AP Entenda a investigação O ex-presidente da Câmara é alvo da mesma investigação que levou ao bloqueio de R$ 119 milhões do presidente do PL, o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto, por indicação irregular de emendas. A indicação de emendas é uma atribuição de deputados e senadores em exercício. A Tuca, para direcionar “recursos Mas a Polícia Federal identificou que Cunha usou os serviços da servidora Mariângela Fialek, conforme seus interesses”.
apresentado no âmbito da As medidas ocorrem após uma manifestação da PF, Operação Transparência, realizada em dezembro do ano passado e que teve a funcionária da Câmara como alvo. Da indicação.” Dino destacou, no entanto, que o político nunca teve vinculação administração com o estado de Minas. A decisão do ministro Flávio Dino afirma ainda que, “das pesquisas realizadas, foram identificadas pelo menos 21 emendas parlamentares, num total de R$ 6,15 milhões, que foram empenhadas e pagas e que, nesse cenário, foram forjadamente documentadas para escamotear o verdadeiro solicitante “Pelo contrário, em algumas passagens simboliza manter pouco apreço pelo Estado e pelos prefeitos com quem mantinha interlocução.” Flávio como já mencionado, concedeu uma entrevista à rádio 89 Maravilha, ligada a Cunha, e falou sobre carga tributária, empreendedorismo e programas sociais.
Reações e Consequências
Eduardo Cunha e Flávio Bolsonaro durante encontro em Belo Horizonte em 2 de junho de 2026 — Foto: Reprodução/Instagram
Fonte: G1 / Globo
12/07/2026 15:55












