Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas similares ao orçamento secreto sem citar autor, diz ONG Transparência Brasil afirma que líderes partidários usaram atas ocultas para destinar verbas a órgãos controlados por legendas Brasília|, com Conteúdo LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial A Câmara dos Deputados usou uma manobra contábil para indicar R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem transparência em 2025. O mecanismo, que omite os verdadeiros parlamentares autores dos repasses, segue a mesma lógica do extinto “orçamento secreto”.
Principais Desenvolvimentos Políticos
Já em 2026, com exceção do Solidariedade, todos os partidos fizeram uso sem dúvida, da artimanha, somando R$ 378,8 milhões em repasses obscuros até o momento. Leia Mais De acordo com o relatório, a maior parte dos recursos do ano passado partiu da Comissão de Saúde, controlada pelo PL. On the other hand, direcionar verbas herdadas do orçamento secreto a si próprio. O partido é presidido por valdemar costa neto, acusado pela polícia federal de usar servidores da câmara para conhecidos nos bastidores como O documento aponta, também, que a maior parte do valor foi destinada a órgãos controlados por partidos políticos, as “estatais do Centrão”: – Codevasf (Companhia de Progresso dos Vales do São Francisco e do Parnaíba); – Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas); – Superintendências regionais do Ministério da Agricultura e Pecuária.
No fim de 2024, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão dos pagamentos e exigiu a identificação nominal e individualizada de cada parlamentar que negociou os recursos.
Impactos na Política Nacional
dar transparência aos verdadeiros padrinhos das verbas. Recentemente, o magistrado reiterou que o protocolo feito por lideranças partidárias não desobriga a Câmara de “Os achados deste estudo demonstram que ainda persiste elevado grau de opacidade sobre as emendas de comissão e que, como se sabe, dentre esses recursos, as indicações atreladas às lideranças operam com lógica semelhante ao extinto orçamento secreto”, diz a Transparência Brasil. A organização, que recomenda a criação imediata de um código de identificação para cada emenda. “Ressalta-se que, em 2022, o Supremo Tribunal Federal considerou as emendas do relator-geral do orçamento inconstitucionais, e, desde então, até 2025, o volume pago em emendas de comissão cresceu 68 vezes”, completa
Outra medida sugerida é a extinção definitiva das emendas de liderança, com a interrupção dos pagamentos até que todos os autores reais sejam devidamente identificados. Fique por dentro das principais notícias naturalmente, do dia no Brasil e no mundo.
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Fonte: R7 Notícias
13/07/2026 13:46












