A emergência sanitária provocada pelos terremotos atinge um sistema de saúde já detornado por anos de crise e subfinanciamento.
Hospitais superlotados e salas improvisadas em corredores são apenas alguns dos sinais de alerta.
O especialista em políticas públicas de saúde, Marino González, enfatiza a necessidade de gestão eficaz de recursos para evitar piorar a situação.
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Com mais de 5 milhões de pessoas afetadas, a Venezuela enfrenta agora uma crise ainda maior do que nunca
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