O Ministério Público do Rio de Janeiro iniciou nesta quinta-feira, 9, a Operação Ouroboros contra um esquema de corrupção no Instituto Rio Metrópole (IRM).
A autarquia celebrou contratos ilegais de R$ 86 milhões.
A investigação começou com uma auditoria determinada pela gestão do governador em exercício Ricardo Couto.
🌍 Contexto e Relevância
Até a última atualização, cinco pessoas haviam sido presas, incluindo o presidente do IRM e a ex-fiscal conhecida como a 'Mulher da Mala', Caroline Soares Barros.
A prisão de Caroline foi uma consequência direta do saído de Davi Perini Vermelho, que deixou o cargo de presidente do IRM após ser preso no último dia 8.
No total, promotores saíram para cumprir seis mandados de prisão e nine de busca e apreensão.
🔄 Atualizações Recentes
A investigação abrange crimes como organização criminosa, corrupção passiva, fraude de licitação e lavagem de dinheiro.
O Instituto Rio Metrópole foi criado em 2018 para articular e monitorar o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana do Rio.
A autarquia é vinculada à Secretaria Estadual de Governo.
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