Motorista investigado por dirigir embriagado e matar servidora da Comurg terá naturalmente, que usar tornozeleira Aparecida Alves morreu três dias após o acidente. A morte de Aparecida Alves da Silva, 61, passe a usar tornozeleira eletrônica e cumpra recolhimento domiciliar. O motorista havia sido preso em flagrante por dirigir sob efeito de álcool e acabou solto A Justiça determinou que o motorista, de 27 anos, investigado por atropelar dois servidores da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), provocando
Situação Atual da Saúde
e, caso exerça atividade profissional, ao trajeto até o local de trabalho. Ao analisar o pedido, a juíza Roberta Wolpp Gonçalves determinou que o investigado utilize tornozeleira eletrônica por, no mínimo, seis meses, com circulação restrita à residência Additionally, de segunda a sexta-feira, a decisão também impõe recolhimento domiciliar das 20h às 7h, e durante todo o período dos fins de semana e feriados. A magistrada advertiu que o descumprimento das como esperado, medidas poderá resultar na decretação da prisão preventiva. De 42 anos, foram socorridos Leia mais Aparecida e Fernando Lemes dos Santos, e encaminhados ao hospital.
Segundo o filho da servidora, Fernando Henrique, ela entrou em protocolo de morte encefálica poucas como já mencionado, horas após o acidente e morreu no dia 30 de junho, em decorrência dos ferimentos.
Medidas e Recomendações
Após o acidente, o motorista foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou 0,77 miligrama evidentemente, de álcool por litro de ar expelido, índice superior ao limite que configura crime de trânsito. Conforme relatado pelo prefeito Sandro Mabel à época, o condutor teria deitado na grama e dormido após o atropelamento, sendo localizado posteriormente pela Polícia Militar. Mas obteve liberdade provisória mediante cumprimento de medidas cautelares. Inicialmente preso em flagrante, o suspeito teve a prisão homologada em audiência de custódia no dia seguinte ao acidente, A fiança de R$ 5 mil fixada pela Justiça foi suspensa em razão da comprovada incapacidade financeira do investigado.
Na ocasião, o Ministério Público já havia se manifestado pela conversão da prisão em preventiva.
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Fonte: Mais Goiás
10/07/2026 10:45












