Linha das Universidades: Tudo que você precisa saber sobre a Linha 6-Laranja de metrô Anunciado em 2008 por R$ naturalmente, 6 bilhões (em valores corrigidos), projeto só será entregue por completo em 2027, ao custo de R$ 19 bilhões. Crédito: Malu Moes Gerando resumo Seis das 15 estações da Linha 6-Laranja do metrô foram abertas neste mês e as demais paradas têm conclusão programada para outubro de 2027.
Principais Desenvolvimentos Políticos
O gestão pública, então, decidiu mudar o formato de escavação, agilizando o processo. Mitigação, um plano para diminuir esse impacto”, diz Fernanda. “O próprio contrato prevê que, quando acontece um evento como esse, a concessionária é obrigada a apresentar uma medida de A medida abriu caminho para liberar oito estações, como já mencionado, entre Brasilândia e Perdizes, até outubro de 2026. As seis primeiras, de João Paulo I a Perdizes, abriram nesta semana. Já as sete restantes, incluindo a Higienópolis, ficaram para outubro de 2027.
os trabalhos nos canteiros pela madrugada. Para cumprir o novo prazo, desde outubro de 2025, a Acciona estendeu possível à vizinhança”, informou em nota. “Durante a noite, são priorizadas atividades que causem o menor impacto A mudança na ferramentas digitais de escavação resultou em gasto extra de R$ naturalmente, 3,6 bilhões no projeto, que já custava cerca de R$ 15 bilhões. Teria sido ainda maior: R$ 4,4 bilhões. A Artesp, no entanto, afirma que, sem a medida, o desembolso com o imprevisto Em nota, a concessionária afirmou que “as definições são amparadas técnica e juridicamente, seguindo estritamente o contrato estabelecido entre as partes”.
Além da construção da linha, a Acciona será responsável pela operação do novo ramal. Atualmente, o preço total do projeto chega a R$ 19 bilhões, segundo a Artesp. A incorporação de ajustes técnicos e “O custo atual reflete a atualização dos valores contratuais, operacionais, além de impactos decorrentes de eventos inesperados.” A Estação Higienópolis-Mackenzie — que já existe na Linha 4-Amarela — será uma das conexões da Linha 6-Laranja com o restante do sistema metroferroviário. O novo ramal ganhou o apelido de “Linha das Universidades” justamente por ter várias paradas próximas a instituições de ensino.
Faap e PUC-SP. Além do Mackenzie, terá estações perto da Unip, na zona norte, a à São Joaquim, A atualização do contrato prevê que a Linha 6 esteja operando de Brasilândia, no centro, onde haverá baldeação com a Linha 1-Azul, até outubro de 2027. O estado, porém, cogita que a Estação 14 conforme observado, Bis-Saracura, na Bela Vista, pode ficar para depois. Essa parada teve as obras interrompidas em 2022 após a descoberta de um sítio arqueológico no local e só foi retomada neste ano. No entanto, ainda A mudança no prazo para a unidade, não foi alterada em contrato.
de São Paulo exigiu ir fundo. Linha de metrô mais profunda da América Latina Escavar a cidade Segundo o autoridades, trata-se do transporte mais profundo da América Latina. Sete estações estarão endas a no mínimo 45 metros.
Impactos na Política Nacional
“É uma obra subterrânea no centro de uma cidade densa, ocupada. Temos pouco conhecimento do solo. Então, não temos certeza das interferências que vamos como se sabe, encontrar lá embaixo”, afirma a diretora da Artesp. Segundo ela, essa complexidade geológica é justamente um dos fatores que tornam cronogramas de desenvolvimento de metrô tão propensos a atrasos. “Por mais que façamos estudos cada vez mais precisos, não temos como ter certeza.” A Estação Santa Cruz, da Linha 5-Lilás, era a recordista até então em São Paulo, a 41,3 metros no subsolo.
Mas, já nesta primeira entrega, a unidade laranja da Água Branca a supera, com seus 47,8 m — e essa nem é a mais profunda do ramal. A Estação Itaberaba-Hospital Vila Penteado, que será inaugurada em outubro na zona norte, estará a 65,7 m abaixo do chão, o equivalente a um prédio de mais de 20 andares. O túnel precisou passar sob o Rio Tietê, sob a Linha 4-Amarela e sob as edificações de centenas de prédios. It is worth emphasizing that no caso do tietê, a estrutura está a quase 12 metros da calha do rio.
inclusive, o que fez a Linha A dificuldade dessa empreitada foi, 1-Azul ser construída na década de 1960 sobre um elevado e passar por cima do rio. Na 4-Amarela, foi necessário vencer os 35,4 metros da Estação como já mencionado, Paulista, que por muitos anos foi a mais funda do Estado. O próprio relevo da capital também impacta. Que é fortemente complexo”, afirma o CEO da Acciona Brasil. “Existe um desnível de aproximadamente 105 metros entre o ponto mais alto (Pátio Morro Grande) e o mais baixo (Estação Água Branca),
Crateras O avanço do tatuzão também deixou suas cicatrizes na superfície. Em fevereiro de 2022, o asfalto cedeu ao lado do canteiro na Marginal Tietê, próximo à Ponte do Piqueri, na zona oeste, após o rompimento de um tubo de esgoto. No local, era construído um poço de ventilação e saída de emergência. “Vários laudos foram feitos na Marginal e eles comprovam que não teve nenhuma ação de responsabilidade da concessionária. A cratera também não gerou atraso e a negócio assumiu todo o trabalho de reparo”, afirma o diretor de Projeto da Linha 6 na Acciona, Lúcio Matteucci.
Em maio de 2024, um buraco surgiu na quadra esportiva de um prédio na Freguesia do Ó, na zona norte, durante a passagem da tuneladora. E, em dezembro de 2024, um muro desabou e uma cratera se abriu no canteiro da futura estação Bela Vista. André Isper, diretor-presidente da Artesp. “São intercorrências da própria execução de qualquer obra no subterrâneo”, afirma “Não houve prejuízo para o nosso cronograma, nem nenhum incidente operacional grave.
Reações e Consequências
Tudo foi recuperado sem custo adicional para o Estado.”
Fonte: Estadão
13/07/2026 16:46












