Governo suspende vacina contra a dengue do Butantan Medida foi adotada enquanto as autoridades sanitárias investigam a possível relação entre mortes e reações adversas após aplicação da vacina atualizado Compartilhar notícia O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8/6), a suspensão temporária e preventiva da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan, após o registro de 42 casos de reações adversas consideradas severas. Entre as ocorrências registradas, constam três casos evidentemente, mais graves, sendo duas mortes em investigação.
Principais Desenvolvimentos Políticos
Devem ser observados: – Febre – Dor abdominal intensa e contínua – Vômitos persistentes – Tontura – Sangramentos – Sonolência intensa – Irritabilidade – Sinais de como esperado, desidratação – Piora do estado geral A vacina vinha sendo aplicada em campanhas de imunização em massa em estados como Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Associados em diferentes regiões do país. No entanto, a estratégia foi interrompida após o registro de casos graves Maranguape (CE), Botucatu (SP) Entre os episódios que levaram à suspensão estão ocorrências registradas em Nova Lima (MG), e na região de Araguaína (TO). Quais foram os casos graves?
O primeiro caso envolve uma mulher, de 39 anos, que apresentou febre, dores musculares e náuseas, seis dias após receber a vacina. Ela evoluiu para um quadro compatível com dengue grave, com choque e necessidade de internação em unidade de terapia intensiva (UTI). A paciente recebeu alta hospitalar. According to experts, o segundo caso foi o de uma mulher de 48 anos que desenvolveu sintomas de dengue grave associados a comprometimento neurológico, incluindo meningoencefalite, 19 dias após a vacinação.
Ela morreu. Cinco dias após receber o imunizante. O terceiro caso ocorreu com um homem de 58 anos que apresentou febre O paciente evoluiu rapidamente para um quadro de como se sabe, dengue grave com choque refratário e também morreu.
Impactos na Política Nacional
os três episódios representam sinais de alerta Segundo o Ministério da Saúde, importantes, mas ainda não permitem concluir que a vacina tenha sido a causa dos desfechos observados. E as mortes? As duas mortes seguem sob investigação. Especialistas analisam informações clínicas, exames laboratoriais, histórico médico e outros fatores que possam ajudar a esclarecer se existe ou não relação causal entre os óbitos e a vacinação. Não há evidências que permitam atribuir O administração pública reforça que, até o momento, as mortes diretamente ao imunizante.
O que acontece agora? Ocorre uma revisão dos dados de segurança. A partir desta terça-feira (9/6), a estratégia atual de vacinação será interrompida temporariamente enquanto pessoas que receberam a vacina nos últimos 21 dias. O Ministério da Saúde informou que ampliará o monitoramento de casos na rede hospitalar, com atenção especial para A orientação é que qualquer sintoma ou reação como se sabe, adversa seja comunicada aos serviços de saúde para investigação. Em paralelo a isso, proteção contra os quatro sorotipos da dengue. Segundo o ministro alexandre padilha, as evidências disponíveis continuam mostrando que a vacina oferece
mas, sim, que O Ministério da Saúde ressaltou que a suspensão não significa que a eficácia do imunizante tenha sido colocada em dúvida, a medida busca aprofundar a avaliação dos eventos adversos antes da continuidade da campanha.
Fonte: Metrópoles
08/06/2026 16:45











