Flávio diz que Moraes tenta interferir nas eleições ao suspender visitas a Bolsonaro Pré-candidato ao Planalto diz que ministro tenta influenciar a disputa eleitoral com medidas contra Bolsonaro Brasília|Mariana Saraiva, em Brasília LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a evidentemente, Inteligência Artificial O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou nesta segunda-feira (13) a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que suspendeu as visitas do senador ao ex-presidente Jair Bolsonaro e determinou a apuração de possível propaganda eleitoral antecipada. Flávio classificou a medida como Em transmissão ao vivo nas redes sociais, uma tentativa de interferência no processo eleitoral.
Principais Desenvolvimentos Políticos
Lula pôde dar entrevistas, e Bolsonaro tem vários pedidos de entrevistas que Alexandre de Moraes simplesmente não despacha. O critério que havia com Lula e o que acontece com Bolsonaro”, afirmou. Bolsonaro está pagando por um crime que não cometeu. Flávio também voltou a defender a inocência do pai e criticou a diferença de tratamento entre os dois ex-presidentes.“O presidente In this sense, não podemos ter os mesmos métodos da esquerda”, disse. Defesa jurídica O senador afirmou ainda que atua como advogado do ex-presidente e informou como se sabe, que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deverá se manifestar sobre a decisão.
“Querem me deixar incomunicável com o meu próprio pai, algo desproporcional e infundado. E a OAB vai entrar Eu atuo como advogado dele nos autos, no processo, porque um advogado pode conversar com o seu cliente”, declarou. Presidente do STF Flávio Bolsonaro também fez um apelo ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, para que intervenha na atuação da Corte. Nesse contexto, “presidente fachin, peço aqui que o senhor restabeleça a ordem na suprema corte. O senhor tem poder para isso.
Olha o pandemônio jurídico que o Brasil vive hoje. Isso afasta investidores”, afirmou. Segundo o senador, a insegurança jurídica prejudica o ambiente de negócios no país. “Por causa dessa insegurança jurídica, não dá para executar um plano como esperado, de negócios de dez anos, porque a cada ano mudam os precedentes.
Impactos na Política Nacional
Uma lei que existe hoje muda de entendimento de uma hora para outra”, declarou. Flávio também afirmou que investidores estariam aguardando o resultado das eleições antes de decidir sobre novos aportes como esperado, no Brasil.“Está todo mundo esperando a eleição deste ano para ver se investe ou não no Brasil”, disse. Tarifas Flávio atribuiu ao administração pública federal a responsabilidade como se sabe, pelo agravamento das relações entre Brasil e Estados Unidos. Enquanto acusou o presidente Lula de O senador afirmou que atuou para defender os interesses do país no exterior, não buscar uma solução diplomática para evitar a imposição de tarifas.
“Eu fui lá defender os interesses da nação, e o Lula não mandou ninguém para negociar”, afirmou. O senador também criticou a administração do governo evidentemente, em relação às facções criminosas e às relações internacionais. “Eu fui lá atrás de declarar as facções como terroristas, e Lula foi lá atrás de passar a mão na cabeça deles”, disse. Na sequência, o senador responsabilizou o presidente por uma eventual taxação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos. “Está na cara que o Lula ataca os Estados Unidos.
a culpa é do Lula. Se as tarifas vierem, Meanwhile, ele não está nem aí para o povo brasileiro, quer que as empresas quebrem”, declarou. O parlamentar ainda afirmou que o presidente é o único interessado na adoção das tarifas e criticou a aproximação do governo brasileiro com a China. “O Lula é o único no Brasil que quer a taxação dos Estados Unidos”, afirmou. Em seguida, acrescentou que o governo “lambe bota da China” e classificou a postura do presidente como “incompetente e irresponsável”.
Reações e Consequências
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Fonte: R7 Notícias
13/07/2026 22:47












