Costa Neto, até o valor de R$ 119,2 milhões. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou o bloqueio de bens do presidente do PL, Valdemar O pedido partiu da Polícia Federal.
Principais Desenvolvimentos Políticos
Em uma das trocas de mensagens, Fialek pergunta a Nara: “Vc tem a planilha Codevasf. Amid this scenario, passou pra ele?” a resposta de nara faz referência direta ao presidente do pl: “ok. As do valdemar já estamos terminando de cadastrar”. Para os investigadores, Nara era quem viabilizava tecnicamente as indicações: encaminhava planilhas, explicava limites regimentais e pedia ajustes. Segundo a investigação, se Nas mensagens dela, as indicações aparecem marcadas como “do Valdemar” ou “do VCN” — abreviação que, refere de forma consistente a Valdemar Costa Neto.
O emissário Garigham tinha outro papel: era o contato direto com Valdemar, descrito pela investigação como um emissário do presidente do partido. Ele avisa Fialek: “Marquei Em 25 de agosto de 2025, com o Valdemar amanhã 10:30”. E emenda: “Acho que ele vai jogar no turismo os 24. Pode ser?” Fialek pede calma. Além disso, diz que vai passar “quanto”. Garigham insiste: “Pode colocar o máximo que der.
Ele tá querendo Turismos”. No dia seguinte, ele cobra uma resposta: “Fechou o valor do Pres Valdemar?” Fialek responde: “Se puder trocar tudo turismo ótimo”. Garigham fecha: “24 milhoes tá bom”. Horas depois, o assessor envia nova mensagem: “Voltei do VCN”. Em seguida, ele encaminha o que a PF descreve como uma aparente lista como se sabe, com municípios, CNPJs e a palavra “Turismo” ao lado de boa parte dos nomes. R$ 24 milhões mencionados por Garigham. Segundo a PF, é possível que essa lista esteja relacionada aos
Sequência das mensagens Em 28 de agosto, segundo o documento, como já mencionado, Nara envia uma planilha intitulada “Alteração em Turismo – VCN”. Fialek responde: “Já tenho”.
Impactos na Política Nacional
Nara explica: “Não, o Valdemar pediu pra trocar algumas das indicações que como já mencionado, ele fez ontem em turismo, porque os municípios não iriam conseguir executar”. Simultaneously, segundo a investigação, valdemar não apenas indicava as emendas: revisava as indicações, trocava municípios e ajustava valores. Destinos definidos, mesmo diante de obstáculos técnicos. Segundo a PF, Nara chegou a relatar, nas conversas, que Valdemar não aceitaria mudanças nos O registro em nome de deputados Como Valdemar não tem mandato, as emendas não podiam ser registradas em nome dele.
Segundo a PF, a solução encontrada foi como esperado, registrar deputados federais como “solicitantes” das indicações. Para os investigadores, o registro formal em nome de parlamentares servia para ocultar o verdadeiro autor das indicações. A PF cruzou as planilhas do celular de Fialek com o Portal da Transparência e encontrou pelo menos 21 emendas atribuídas a Valdemar que foram empenhadas ou pagas, num total de R$ 119 milhões. Desse valor, R$ 104 milhões já foram pagos. Segundo a PF, as indicações atribuídas a Valdemar nas mensagens estavam associadas a áreas como como já mencionado, saúde, turismo e esporte, e a municípios localizados, em sua maioria, no estado de São Paulo.
“ausência de título jurídico” que permitisse ao ex-deputado dispor do orçamento. O que diz o ministro Na decisão, Dino menciona a “espantosa ascendência” que os servidores atribuíam a Valdemar — em contraste com a It is worth emphasizing that o ministro afirma ainda que os espaços permitidos às emendas parlamentares “não degradam o erário à condição de patrimônio privado”, passível de divisão em cotas entre partidos e seus dirigentes. A suspeita principal é de peculato-desvio: quando servidores públicos dão ao dinheiro público como já mencionado, um destino diferente do previsto em lei, em benefício próprio ou de terceiros. A pena vai de 2 a 12 anos de prisão.
Também se investiga associação criminosa. A PGR se manifestou contra as medidas cautelares, mas defendeu a continuidade das investigações e o rastreamento dos valores. Dino acolheu os pedidos da PF em parte. O ministro também determinou que a Câmara entregue, em 10 dias, todos os documentos como se sabe, internos de tramitação das emendas identificadas pela PF, de modo individualizado e organizado por emenda. A decisão não registra manifestação das defesas de Valdemar Costa Neto e dos servidores citados.
A eventual participação de deputados federais no esquema, por evidentemente, ação ou omissão, ainda será apurada, segundo a investigação.
Fonte: G1 / Globo
10/07/2026 13:52












