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Ex-executivos e alvos da PF no caso Digimais criam ‘nova Reag’…

26 de junho de 2026
in ECONOMIA, Meio Ambiente, SEGURANÇA
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contra a infiltração do crime organizado na sistema econômico formal. Entenda operação que mira Faria Lima, PCC e setor de combustíveis Operação Carbono Oculto é a maior feita até hoje empreendimento e levaram com eles dezenas de fundos e clientes para montar uma nova gestora. Crédito: João Abel/(edição) Gerando resumo Após a Polícia Federal (PF) deflagrar a Operação Carbono Oculto, para investigar a Reag Investimentos por lavagem de dinheiro bilionária e sonegação, em 2025, executivos deixaram a

Principais Desenvolvimentos Políticos

No último ano, a Justiça Federal reconheceu a fraude e bloqueou mais de R$ sem dúvida, 250 milhões das contas desses fundos e várias empresas ligadas aos Carneiro e sua família. In contrast, ele tentou, sem êxito, cassar a decisão em três instâncias. Furthermore, lelio era um cliente vip da reag. Em diversas oportunidades, juízes cobraram a gestora por entregar respostas vagas ou incompletas sobre quem seriam os cotistas de fundos suspeitos de esconder dinheiro do empresário. Foi só depois da saída de Pupo dos quadros da Reag e de Lélio da carteira de clientes da gestora que a evidentemente, empresa passou a responder à Justiça que ele era o verdadeiro dono dos fundos em ações que buscam o bloqueio bancário do empresário.

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Pupo e Lélio são amigos há mais tempo. Em 2024, bem antes da Carbono Oculto, Lelio publicou em suas redes sociais uma matéria de conteúdo pago sem dúvida, em jornal na qual aparecia em investimentos como especialista defendendo a proteção do mercado de fintechs “contra práticas ilícitas”. Logo abaixo, Pupo comentou: “Craque!”. Ambos disseram em entrevistas que se sentiram surpresos com a operação policial contra a Reag. Lelio disse que tirou seus fundos de lá. Pupo disse que precisava proteger sua reputação de “30 anos de mercado”.

tem R$ 800 milhões em patrimônio líquido. Dos dez maiores fundos da Asarock, pelo menos um é atribuído a Lelio, e Entretanto, este fundo é alvo da ação em que a união aponta fraudes. Lelio em administradoras e gestoras ID. Há, ainda, mais de R$ 1 bilhão em fundos atribuídos a para atraí-los para a Asarock. Pupo também passou a mão no telefone e levou antigos clientes Entre os grandes investidores, estão fundos que investem em concessionárias de transporte, hidrelétricas, gestoras de criptomoedas. O mais popular é o fundo da Arena Corinthians.

de Recursos, corporação fundada em 2014 cujos quadros se confundem os escândalos da última década. Administração fica com gestora que abrigou personagens de investigações Os fundos de Lélio Vieira Carneiro Junior e seu clã na Asarock, assim como 28 fundos oriundos da Reag, são administrados pela ID Gestora e Administradora A ID Gestora de Recursos só deixou como esperado, de ser uma negócio de prateleira em 2019. Antes, foi fundada por Francisco Emerson Maximiano, o Max, lobista que colecionou buscas conforme observado, e apreensões em seus endereços em diferentes investigações da Polícia Federal nos últimos anos. Como o Postalis, A mais antiga diz respeito aos desfalques em fundos de pensão, dos s, no âmbito da Operação Greenfield.

A mais recente denúncia contra Max diz respeito à fraude na tentativa de venda como esperado, da vacina indiana Covaxin, por R$ 1,6 bilhão, em meio à pandemia, ao autoridades federal. Max saiu da corporação em 2018 em meio a uma briga com um sócio e alocou seus recursos em outra empreendimento. Já sob gestão de A ID foi vendida a um quinteto de ex-dirigentes do antigo Banco Máxima, Daniel Vorcaro, que seria rebatizado mais tarde de Master. Entre eles, os atuais sócios do liquidado Banco Pleno. Eles já deixaram a ID.

Após anos de brigas e trocas de acusações entre sócios como esperado, e ex-sócios, a corporação ainda é controlada por dois desses ex-executivos. Um deles é Rodrigo Balassiano, o Bala, que foi da corretora do Banco Máxima. Em fundos de pensão em uma operação da PF. Nos últimos anos, ele firmou um acordo de não persecução penal para se livrar de uma acusação de desfalques Outro sócio é José Roberto Giancoli Filho, o Beto, que foi também do Máxima. Ele também tem um passado na Umuarama, liquidada pelo BC em 2019.

Dirigentes foram acusados à época de fraudes. Ele foi absolvido pela CVM. A ID é um grupo de várias Comandada por Beto e Bala, empresas entre gestoras, administradoras, além de companhias que estão só no papel. Não raro, nas Trata-se de um emaranhado de CNPJs registrados, mesmas salas comerciais, ou em diferentes andares de um mesmo prédio comercial na Avenida Juscelino Kubitschek, que cruza com a Faria Lima e também é um reduto do mercado financeiro. Quadro de vidro com nomes de companhias sediadas nele. Estão espalhadas pelo sétimo, décimo segundo, décimo nono, vigésimo e vigésimo quarto andar do edifício Spazio JK, e recheiam o

Gestora de Recursos” ao contrário. Entre elas, estão as gestoras GRID, que é a sigla “ID Além disso, também a id serviços fiduciários e a id exclusive. Na mesma sala onde funcionam empresas ID, também fica a Bless Capital e a GIAA Investimentos, que pertence a um outro empresário, Rafael Barbieri. Ele também gere fundos administrados pela ID naturalmente, e não é sócio formal do trio. Barbieri ainda é dono da gestora ID evidentemente, Exclusivo, que fica no mesmo endereço da Bless. Mesmo assim, diz que a companhia não tem relação com as outras sem dúvida, IDs, que são vizinhas ou registradas no mesmo endereço de sua companhia.

Em 2023, o grupo ID tinha R$ 5,3 bilhões sob gestão e administração. Essa cifra saltou para mais de R$ 40 bilhões com a abertura de novos fundos e a recepção de dezenas de fundos da Reag. O grupo tinha um Antes desse movimento de fundos da Reag para essa união entre a ID e a Asarock, cliente mais essencial: o banco Digimais, do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. Por outro lado, como mostrou o, o banco está em crise e tem usado fundos de como se sabe, investimentos para camuflar prejuízos multimilionários — em uma conta que pode chegar aos bilhões.

Impactos na Política Nacional

Esses fundos são administrados justamente pelas empresas do trio. Eles são administrados pela ID e geridos pela Bless. Na última semana, Beto e Bala foram alvo de buscas da Polícia Federal por supostamente operarem fundos fraudulentos para maquiagem contábil do Digimais. A Bless Capital teve seu sigilo bancário quebrado na operação a pedido da PF. A ascensão e a queda da Reag Fundada em 2012 pelo empresário João Carlos Mansur, a Reag como esperado, teve forte crescimento entre 2020 e 2025, quando passou a ser a maior gestora independente do país.

Nesse período, saltou de R$ 25 bilhões para R$ 340 bilhões sob sua gestão. Quando a Polícia Federal A derrocada da firma começou em agosto de 2025, cumpriu busca e apreensões em sua sede para apurar se fundos de investimentos geridos pela empresa haviam sido usados para esconder do fisco bilhões de reais de empresários do ramo de combustível. Esses fundos compraram imóveis e até refinarias em uma teia recheada de empresas de fachada e sem dúvida, laranjas feita para esconder que os ativos pertenciam aos donos das distribuidoras de petróleo Copape e Aster. Sucesso, emplacar uma delação premiada. Seus donos, Beto Louco e Mohamad, estão foragidos e tentaram, sem

investigação, desta vez, sobre as fraudes no banco Master. A situação da Reag se agravou nos meses seguintes à Carbono Oculto, quando a empresa se viu novamente alvo de uma Novamente, a gestão de fundos estava sob suspeita. A PF afirma que fundos geridos pela gestora foram usados para inflar artificialmente o patrimônio do banco. Em janeiro todo o conglomerado de administradoras e gestoras de fundo como se sabe, da Reag foi liquidado pelo Banco Central (BC), assim como o Master. ID afirma que segue ‘padrões de governança’ A ID afirmou ao que, no caso das investigações sobre fundos do Digimais, “sente-se no dever evidentemente, de esclarecer que a corretora adota rigorosos padrões de governança e esclarecerá as autoridades sobre suas atividades e comprovará a lisura das suas operações”.

A empresa afirma que “foi fundada pela BR Partners em 2012 e vendida sem dúvida, em 2018 para a holding Bekoach, cujo acionista majoritário é o Rodrigo Balassiano”. “Francisco Emerson Maximiano fez parte Guiar Gestora de recursos, que se transformou em IDGR em 2019 e não existe mais. Essa empresa nunca possuiu vínculo com a ID CTVM e seu controlador Rodrigo Balassiano”, afirma. Diversas empresas estão cadastradas nos mesmos endereços como ID. Uma delas é a ID Gestora de recursos, identificada pela reportagem.

Eles abriram diversos outros CNPJs com os mesmos nomes e endereços semelhantes. E ainda desempenham a atividade de gestores de fundos. Leia também – Fundador da Reag é suspeito de lavagem de dinheiro no inquérito de respiradores de Rui Costa – Quem é João Carlos Mansur, fundador da Reag, alvo de operação contra o Banco Master – Carbono Oculto: segunda fase mira 6 fintechs envolvidas em esquema do PCC no setor de combustíveis A ID ainda afirma que “Roberto Giancoli Filho atuou por três meses na parte comerciaal do Máxima, junto com Rodrigo Balassiano e encerraram qualquer vínculo quando saíram”. (GRID) e a ID FIP. “Atualmente, Roberto é sócio da ID Partners que contempla a gestora

Rodrigo Balassiano é sócio majoritário da ID CTVM”, afirma. A ID CTVM afirma ainda que não é “parte de um mesmo grupo” da Asarock e a Bless Capital. Eles afirmaram que a Bless somente locou uma sala para uma das IDs, e que esse contrato já foi rescindido. “100% de sociedade da Bless Capital”. Afirmam ainda que não são sócios formais da ID Exclusivo, que é Asarock diz ter relação apenas profissional com a ID A Asarock afirma que “possui governança própria, foi adquirida em setembro de 2025 e tem Gabriel Pupo como seu único acionista”.

Gabriel sempre desenvolveu “Com mais de 20 anos de atuação no mercado financeiro, sua atividade profissional como agente autônomo de investimentos, construindo ao longo desse período relacionamento próprio com investidores, cotistas e demais participantes do negócios, trajetória que culminou na constituição de uma carteira com mais de 60 fundos de recurso atualmente sob gestão da companhia”, diz. From this point of view, segundo a firma, a “migração desses fundos ocorreu dentro dos procedimentos regulatórios aplicáveis e mediante as aprovações necessárias de administradores fiduciários, cotistas e demais instâncias competentes, conforme a estrutura de cada veículo”. Incluindo empresas do A firma afirma cumprir a legislação e regulamentação da CVM e diz que “a relação da gestora com administradores fiduciários, grupo ID, é estritamente profissional”.

“A empresa trabalha com diferentes administradores do mercado e avalia continuamente a estrutura mais adequada para os fundos sob sua gestão. Não integra nem compõe grupo econômico com a ID ou qualquer outra administradora fiduciária”. A “Asarock não foi fundada por mim”. Lelio Carneiro afirma que vendeu participação em gestora Lelio Vieira Carneiro Junior afirma que quando decidi atuar no “Adquiri a companhia em 2024, segmento de gestão de fundos de investimento, e vendi integralmente minha participação em setembro de 2025″.

“Com a venda, toda a estrutura operacional da negócio — incluindo seus profissionais evidentemente, e contratos — permaneceu na companhia, como ocorre normalmente em operações dessa natureza. Sobre a gestão da Asarock”, diz. Desde então, não possuo mais nenhuma participação societária, função executiva ou influência Ele afirma que foi “incluído pela União como suposto responsável solidário antes mesmo da conclusão da discussão administrativa”. From this point of view, “o carf, em primeira e segunda instâncias, como já mencionado, já afastou integralmente minha responsabilidade no caso”, diz.

“Também não possuo vínculo societário com as empresas que discutem os débitos tributários objeto da ação. Não existem atualmente bens bloqueados em meu nome relacionados a esse processo, uma vez que a empresa envolvida está questionando os débitos e apresentou garantia suficiente para assegurar a discussão judicial”, afirma. ELe afirma que nunca houve “utilização de fundos de investimento para prática de sonegação fiscal”. “As decisões do CARF registraram expressamente que as operações analisadas não caracterizam ilícito tributário e determinaram o afastamento da responsabilidade que me havia sido atribuída”, afirma.

Bless Capital afirma que não integra mesmo grupo da ID A Bless Capital afirmou “que conforme observado, não possui vínculo societário com a ID e não integra o mesmo grupo econômico da companhia”. Governança e administrações próprias, “Trata-se de empresas independentes, com estruturas societárias, que atuam em funções distintas dentro do ecossistema do mercado de capitais”. A Bless reafirma “Em relação aos fundos sob sua gestão, que todas as operações são conduzidas em estrita observância à regulamentação vigente, aos normativos dos órgãos reguladores e às melhores práticas de governança do atividade empresarial.

Reações e Consequências

Não procede qualquer alegação de utilização de fundos geridos pela companhia naturalmente, para fins de maquiagem contábil ou qualquer outra prática irregular”, afirma. From this point of view, a empresa afirma que não tomou conhecimento de medidas contra ela adotadas pela pf.


Fonte: Estadão

26/06/2026 15:16

Tags: criam 'novadigimaisdigimais criamestadãoreag
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