EUA quer taxar o Brasil e mais 59 países por trabalho forçado.
Veja quais Conclusão da investigação é que 60 países falharam em impedir a importação de produtos que venham de trabalho forçado atualizado Compartilhar notícia A decisão do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de recomendar uma taxação adicional a produtos importados brasileiros, nesta terça-feira (2/6), também vale para outros 59 países, com uma diferenciação entre taxas de 10% a 12,5%.
A conclusão da investigação foi de que 54 países, entre eles o Brasil, falharam em impor, ou seja, estabelecer uma medida legal que proíba a importação de produtos que venham de trabalho forçado, e por isso, devem ser taxados em 12,5%.
💥 Impacto e Consequências
Também estão na lista países como China, Colômbia, Chile, Israel, Rússia, Reino Unido e Suíça.
Já outros seis países teriam falhado em aplicar essas medidas legais.
Ou seja, colocar a lei em prática, com investigações, apreensões e outras ações de fiscalização.
📌 Pontos Principais
Esses países são: Canadá, Equador, União Europeia, Indonésia, México e Paquistão.
Veja lista dos 54 países – Argélia – Angola – Argentina – Austrália – Bahamas – Bahrein – Bangladesh – Brasil – Camboja – Chile – China – Colômbia – Costa Ric – República Dominicana – Egito – El Salvador – Guatemala – Guiana – Honduras – Hong Kong (China) – Índia – Iraque – Israel – Japão – Jordânia – Cazaquistão – Kuwait – Líbia – Malásia – Marrocos – Nova Zelândia – Nicarágua – Nigéria – Noruega – Omã – Peru – Filipinas – Catar – Rússia – Arábia Saudita – Singapura – África do Sul – Coreia do Sul, – Sri Lanka – Suíça – Taiwan – Tailândia – Trinidad e Tobago – Turquia – Emirados Árabes Unidos – Reino Unido – Uruguai – Venezuela e – Vietnã.
Conclusão
A conclusão da investigação ocorre um dia depois de uma outra investigação ter recomendado a taxação do Brasil em 25% por práticas desleais.
🌍 O Cenário Atual de metrópoles
A investigação concluiu que certos atos, políticas e práticas do Brasil são “irrazoáveis ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”.
Por isso, eles seriam passíveis de ação judicial.
Para chegar à conclusão, os EUA se baseiam na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Nenhuma das duas taxas é aplicada automaticamente.
A recomendação do escritório será analisada em audiências públicas marcadas para julho e a decisão final ficará a cargo do presidente Donald Trump.
Fonte: Metrópoles
03/06/2026 02:30











