Pensa Povo
domingo, julho 19, 2026
  • MUNDO
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
  • ENTRETENIMENTO
  • JUSTIÇA
  • CURSOS
  • EMPREGOS
No Result
View All Result
  • MUNDO
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
  • ENTRETENIMENTO
  • JUSTIÇA
  • CURSOS
  • EMPREGOS
No Result
View All Result
Pensa Povo
Home Brasil

‘Desculpa para manipulação política’, diz China sobre acusações dos EUA

3 de junho de 2026
in Brasil, POLÍTICA, TECNOLOGIA
0
SHARES
Share on FacebookShare on Twitter

A China afirmou nesta quarta-feira (3) que se opõe a tarifas “unilaterais” e negou acusações de uso de trabalho forçado, após os Estados Unidos proporem novas sobretaxas sobre importações de cerca de 60 economias.

Nesta terça-feira (2), uma investigação dos EUA concluiu que 60 países, entre eles China e Brasil, falharam em proibir e fiscalizar importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

RELATED POSTS

Quem é o advogado Nelson Wilians, que roubou R$ 3,8 bilhões ao…

Luis de la Fuente comanda a Espanha a vitória na Copa do Mundo

Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

💥 Como g1 / globo Afeta o Cotidiano

Em resposta, o governo chinês rejeitou as alegações e afirmou que não há base para as acusações feitas por Washington.

“Não existe o chamado trabalho forçado na China, e nos opomos ao uso disso como desculpa para manipulação política”, disse Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, em coletiva de imprensa.

A medida dos EUA inclui a China entre as economias potencialmente afetadas e faz parte de uma estratégia mais ampla de endurecimento comercial com base em critérios ligados a direitos trabalhistas e práticas de cadeia de suprimentos.

💥 Impacto e Consequências

Além da China, outros países também reagiram.

O governo do Reino Unido afirmou estar em diálogo constante com Washington e tem adotado medidas para combater o trabalho forçado em cadeias de produção domésticas e globais, destacando que mantém negociação com os EUA sobre o tema.

Os mercados asiáticos reagiram de forma mista ao cenário de maior tensão comercial.

📌 Pontos Principais

Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 1,6%, enquanto bolsas da China continental fecharam em leve alta, com o CSI300 avançando 0,5% e o Xangai subindo 0,2%.

Já o setor de semicondutores liderou ganhos, apoiado por expectativas positivas relacionadas à demanda por inteligência artificial.

Em meio às preocupações comerciais, dados econômicos mostraram que a atividade do setor de serviços chinês cresceu no ritmo mais forte em três meses em maio, impulsionada por novos negócios e melhora na demanda externa.

Analistas do Goldman Sachs mantiveram visão positiva sobre ações chinesas A-share, citando melhora nas perspectivas de crescimento e exposição ao setor de tecnologia.

Entenda a nova proposta de sobretaxa Uma investigação dos EUA concluiu, nesta terça-feira que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

A medida foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, a mesma usada para justificar a proposta de tarifa de 25% contra produtos brasileiros.

Ainda não está claro se as tarifas serão cumulativas.

O Brasil foi incluído no grupo que poderá enfrentar a sobretaxa de 12,5%, ao lado de China, Índia, Japão, Reino Unido e Coreia do Sul.

Segundo o relatório, o país não possui mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado em outros países.

Os EUA argumentam que essa falha cria concorrência desleal para empresas e trabalhadores americanos e contribui para a manutenção do trabalho escravo moderno nas cadeias globais de produção.

A proposta ainda não entrou em vigor.

O governo americano receberá contribuições públicas até 6 de julho, e realizará audiências sobre o tema em 7 de julho antes de decidir sobre a implementação das tarifas.

*Com informações da Reuters
Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 — Foto: REUTERS/Tingshu Wang


Fonte: G1 / Globo

03/06/2026 09:12

ShareTweet

Related Posts

Quem é o advogado Nelson Wilians, que roubou R$ 3,8 bilhões ao…

by Iago
15 de julho de 2026

Descubra quem é o advogado Nelson Wilians e como ele roubou R$ 3,8 bilhões ao Estado

Luis de la Fuente comanda a Espanha a vitória na Copa do Mundo

by Iago
15 de julho de 2026

Descobra todos os detalhes do jogo entre a Espanha e a França na Copa do Mundo de 2022

Espanha desempenha jogo impecável, vence França na Copa do Mundo

by Iago
15 de julho de 2026

Descubra como a Espanha venceu a França na Copa do Mundo de futebol, um resultado que surpreendeu muitos. Conheça detalhes...

Espanha é campeã da Copa do Mundo, com um jogo dominante

by Iago
15 de julho de 2026

Descubra como a Espanha conquistou a Copa do Mundo de futebol e o que foi o jogo mais emocionante da...

Trump abandona pedágio em Ormuz: a guerra não tem fim

by Iago
15 de julho de 2026

Aqui está a última atualização sobre as negociações entre EUA e Irã, após a abandonação do pedágio em Ormuz

Next Post

Vorcaro resiste a ampliar delação e diz que repasses a políticos ocorreram por 'amizade', afirma jornal

Relembre os jogadores que ainda não fizeram 13 jogos na Série A

TRENDING

Esportes

Quem é o advogado Nelson Wilians, que roubou R$ 3,8 bilhões ao…

15 de julho de 2026
Esportes

Luis de la Fuente comanda a Espanha a vitória na Copa do Mundo

15 de julho de 2026
Esportes

Espanha desempenha jogo impecável, vence França na Copa do Mundo

15 de julho de 2026
Esportes

Espanha é campeã da Copa do Mundo, com um jogo dominante

15 de julho de 2026
Esportes

Trump abandona pedágio em Ormuz: a guerra não tem fim

15 de julho de 2026
PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
No Result
View All Result
  • Inicio
  • POLÍTICA
  • MUNDO
  • TECNOLOGIA
  • SAÚDE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • SEGURANÇA
  • JUSTIÇA
  • Carnaval
  • VIDA E ESTILO

© 2024 Pensa Povo.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você está dando consentimento para o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.