A raiva de Memphis do Palmeiras sabotou o Corinthians.
Tomou o pênalti de Yuri Alberto.
Escorregou, graças à malandragem de Andreas Pereira.
E viu o rival festejar em Itaquera
O holandês resolveu tomar à frente de Yuri Alberto.
Cobrou pênalti tolo de Carlos Miguel.
Pisou no buraco do gramado, que Andreas Pereira havia feito.
Escorregou.
Flaco López marcou.
Palmeiras venceu todos os clássicos: Santos, São Paulo e, hoje, o Corinthians
Memphis incorporou a maior rivalidade de São Paulo.
Ele sabe as consequências, o bem ao Corinthians que faz vencer o Palmeiras.
Na ‘civilizada’ Holanda, os confrontos entre PSV, onde começou no futebol, contra o Ajax são selvagens.
Lá é a da capital, Amsterdã, contra a cidade industrial, Eindhoven, sede da Philips.
O jogo tem até um apelido.
De Topper, cujo significado é ‘o vencedor’ em holandês.
E, na Holanda, Memphis sempre se desdobrou contra o Ajax.
Por aqui, foi campeão paulista em 2025, em cima do Palmeiras.
Com direito a pisar na bola, ironizando os rivais, para euforia dos corintianos.
E também no ano passado viu o impulso que deu eliminar a equipe de Abel Ferreira da Copa do Brasil, que o Corinthians venceu.
Por isso, Memphis foi categórico, aos 33 minutos do primeiro tempo.
Assim que Carlos Miguel saiu do gol atrasado em um escanteio e, em vez de socar a bola, acertou a cabeça de Gustavo Henrique, o holandês pegou a bola.
Não deixou nem que Yuri Alberto, o cobrador oficial, ousasse pensar em bater.
Mas ninguém no Corinthians, muito menos o árbitro Raphael Klaus e nem Thiago Luis Scarascati, comandante do VAR, observaram Andreas Pereira.
Em uma atitude absurda, reprovável, antidesportiva, amadora ou qualquer outro adjetivo deplorável, escavou a marca de pênalti, onde Memphis cobraria.
Passou furiosamente os cravos de sua chuteira.
Atitude indigna de um jogador de Seleção.
A tal da malandragem.
Como cravou Gerson, o tricampeão do mundo, em uma propaganda de cigarro, o ‘brasileiro gosta de levar vantagem em tudo, certo?’, Pois Andreas quis se aproveitar até de um pênalti para o Corinthians.
E deu certo.
📊 Informação Complementar
O holandês escorregou na cobrança.
Seu pé de apoio, o esquerdo, se enroscou no buraco escavado por Andreas Pereira e tirou seu equilíbrio.
Ele escorregou enquanto o pé direito chutou a bola para longe, à direita do gol de Carlos Miguel.
Situação absurda que, principalmente, o VAR foi omisso, e favoreceu de forma inaceitável o Palmeiras.
Memphis, caído no chão, ficou sem entender como escorreu.
Ele só compreenderá quando assistir ao lance na tevê.
O Corinthians foi melhor durante todo o jogo.
Abel Ferreira, que estava reclamando sem o menor respeito, aos palavrões, com Klaus, foi expulso com justiça.
Pressionado, o Palmeiras vivia de contragolpes esporádicos.
Dorival fez seu time pressionar o rival, a saída de bola.
Carlos Miguel, que foi muito xingado na sua volta à arena corintiana com a camisa do rival, tirando o pênalti tolo que cometeu, fez excelente partida.
Grandes defesas, principalmente uma cabeçada à queima-roupa de Gabriel Paulista.
Encolhido, a equipe de Abel vivia de contragolpes esporádicos e da excitação corintiana pela vitória, deixando espaços importantes na sua linha defensiva.
E foi assim que quase marcou, aos 32 minutos do segundo tempo, quando Luighi roubou a bola de Matheuzinho, invadiu a intermediária sozinho com a bola dominada.
Nervoso, deu toques curtos na bola e favoreceu o corte de Matheuzinho, que se recuperou.
Mas aos 38 minutos não houve jeito.
Mauricio teve todo o espaço para bater na entrada da área, Hugo rebateu e Flaco López empurrou para as redes.
1 a 0, Palmeiras.
O argentino tomou a atitude provocativa de comemorar chutando a bandeira de escanteio, com a imagem do distintivo do Corinthians.
Provocou enorme confusão entre os jogadores.
Houve empurrões, agressões.
Klaus e o VAR fizeram de conta que nada enxergaram.
Só houve um cartão amarelo para Flaco López.
O Corinthians ainda tentou buscar o empate.
Mas o Palmeiras superpovoou sua área e conseguiu segurar a vitória contra o rival, jogando em Itaquera.
Resultado que sempre faz bem para o ambiente no Palestra Itália.
“É sempre difícil jogar aqui, o Corinthians é uma equipe super qualificada, tem a mesma obrigação do Palmeiras de ganhar títulos, tem jogadores de seleção nacional, brasileira e internacional também.
Ӄ uma equipe que luta pelos mesmos objetivos.
“O Palmeiras acabou por ganhar por aquilo que fizemos nos 90 minutos e para mim o principal é eficácia”, resumiu Abel, com precisão.
Eficácia define a vitória do seu time, que foi dominado pelo rival.
Dorival Júnior sabia que o Corinthians foi melhor.
E ousou falar que saiu satisfeito, mesmo com a derrota.
“Certamente tivemos mais posse do que o adversário.
Tivemos o domínio, infiltração, jogadas ensaiadas.
Faltou aquele gostinho final, fazer o gol e buscar resolver a partida.
Esse detalhe ainda falta para nós, vem sendo um princípio que se repete do ano anterior.
“Estou satisfeito com a parida do Corinthians.
“A derrota não pesa em nada (no Paulista).
Se tivéssemos vencido, não deitaríamos no resultado.
Incomoda, queríamos ter dado um grande resultado, lutamos e fizemos uma grande partida.
“Entre merecer e conseguir, existe essa diferença no futebol.
Foi esse o mérito do Palmeiras”, resumiu Dorival Júnior.
Memphis e Andreas, personagens importantíssimos no clássico, saíram calados…
Fonte: r7
09/02/2026 08:26











