A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes para não considerar a apreensão de uma arma em nome dele como 'falta grave' e mantenha a prisão domiciliar.
A pistola foi apreendida com um militar do Exército durante uma blitz de trânsito no Distrito Federal, mas os advogados sustentam que a arma estava regularmente registrada e estava guardada na residência antes da condenação e do início da prisão domiciliar.
Eles afirmam que a arma teria sido retirada da casa para ser encaminhada a reparo em razão de uma falha mecânica, e que o militar informou que o armamento pertencia a Bolsonaro desde o início.
🌍 Contexto e Relevância
A defesa argumenta que não houve ocultação do armamento e que a propriedade da arma foi imediatamente reconhecida.
Além disso, eles afirmam que Bolsonaro nunca foi comunicado sobre eventual cassação do registro da arma nem sobre a abertura de processo administrativo para esse fim.
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