Alckmin: Pix e sanções serão prioridade em conversa entre Lula e Trump Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, o governo brasileiro quer esclarecer funcionamento do Pix evitar novas sanções econômicas atualizado Compartilhar notícia O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que o Pix e o risco de novas sanções comerciais serão temas prioritários da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington, nos Estados Unidos, prevista para esta semana.
O encontro com o presidente Donald Trump ainda não foi confirmado oficialmente, mas segundo auxiliares deve ocorrer na quinta-feira (7/5).
Em julho de 2025, o governo Trump abriu uma investigação contra práticas comerciais brasileiras consideradas “desleais”, que inclui o Pix.
📌 Pontos Principais
A medida pode resultar em novas sanções econômicas.
Alckmin considera que a investigação “não tem muito sentido” e defendeu que é necessário “esclarecer” o funcionamento da ferramenta de pagamentos.
Em entrevista à GloboNews, o vice-presidente afirmou que o risco de sanções é uma “preocupação” do governo.
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“Essa é uma preocupação; por isso, eu destacaria que é um dos pontos prioritários da conversa”, adiantou.
Ele voltou a ressaltar a relação superavitária entre os países e destacou que “não tem tema proibido”.
“Então, vamos conversar.
🔍 Detalhes Importantes
Big techs, terras raras, data centers, política tarifária, não tarifária.
Você tem aí uma agenda importante”, avalia Alckmin.
A visita de Lula a Donald Trump é articulada desde que os dois se encontraram pela primeira vez, em setembro do ano passado.
Na ocasião, eles tiveram um breve e amistoso encontro à margem da Assembleia Geral da ONU, que ocorre anualmente em Nova York, nos Estados Unidos.
Em janeiro, os dois líderes voltaram a se falar, desta vez em uma ligação, na qual acertaram uma visita do petista ao mandatário norte-americano.
A viagem, inicialmente anunciada para março, acabou sendo adiada.
O Palácio do Planalto e auxiliares de Lula justificavam o “atraso” em decorrência do foco do republicano no conflito contra o Irã.
Fonte: Metrópoles
05/05/2026 17:21











