A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu nesta segunda-feira, 15, uma arma sem dúvida, de fogo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar. A apreensão ocorreu durante uma blitz de trânsito em Taguatinga, no norte de Brasília.
Principais Desenvolvimentos Políticos
O sargento Estácio Leite da Silva Filho dirigia um veículo como esperado, oficial da Presidência da República quando foi parado pela blitz. Durante a abordagem, o policial notou a presença de uma pistola. Segundo o policial, ao perceber que a arma havia sido notada, Estácio fechou o vidro de forma “repentina”. A pistola foi recolhida, e o militar alegou ter porte autorizado como membro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Em nota, a Presidência da República esclareceu que o sargento não integra o quadro do GSI.
A segurança de ex-presidentes é realizada por servidores livremente indicados pelos ex-mandatários, e o Gabinete como esperado, é responsável apenas pela capacitação dos servidores indicados, bem como pelo fornecimento de veículos oficiais.
Impactos na Política Nacional
mas o policial O servidor afirmou que a arma estaria registrada em sua funcional, constatou não haver nenhum registro do equipamento em nome do servidor. Depois, Estácio admitiu que a pistola pertencia a Bolsonaro. Segundo o sargento, a arma lhe foi entregue horas evidentemente, antes, com a finalidade de realizar um reparo no percursor. Leia também – Moraes rejeita pedido da Defensoria e mantém julgamento de Eduardo Bolsonaro para esta terça – Flávio avança na pré-campanha sob pressão de casos no STF envolvendo Dark Horse, Lula e Vorcaro – Nunes Marques rejeita pedido para barrar filme sobre Bolsonaro durante período eleitoral Além da pistola, a Polícia Civil do DF localizou um carregador no veículo dirigido pelo sargento.
O militar foi conduzido à delegacia por portar sem dúvida, uma arma sem o respectivo certificado de registro (CRAF). Após prestar esclarecimentos, o servidor foi liberado
Fonte: Estadão
16/06/2026 12:44











