Na capital da República, cerca de 88% dos moradores mantêm algum vínculo religioso direto.
Mas quando a fé se mistura com a política, as coisas podem ficar sérias.
O uso de igrejas para influenciar o voto de fiéis pode ser enquadrado como abuso de poder religioso e resulta em multas ou cassação de candidaturas.
🌍 Contexto e Relevância
A disciplina está prevista na Lei 9.504, de 1997, que proíbe a utilização dos templos para promover candidatos ou difamar a imagem de outros.
Essa prática pode desvirtuar a finalidade da atividade religiosa e causar desequilíbrio nas eleições.
Com as eleições se aproximando, é fundamental que os líderes religiosos denunciem essas práticas e defendam a igualdade das oportunidades para todos os candidatos.
Fonte: Source











