Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil declarou expressar "satisfação com a perspectiva de negociações para estabelecimento de acordo de paz abrangente".
"A fim de resguardar ambiente que conduza à redução de tensões e evite nova escalada, o Brasil conclama as partes a não se engajarem em ações de natureza militar ou retórica", acrescentou.
Por fim, o Governo brasileiro assinalou a "importância" de que o cessar-fogo de "hostilidades na região" se estenda ao Líbano e acusou Israel de provocar uma crise humanitária no país vizinho.
🌍 Contexto e Relevância
“Assinala, ainda, a importância de que a cessação de hostilidades na região se estenda ao Líbano, país que, em decorrência dos intensos ataques israelenses, vive grave crise humanitária, assolado por centenas de mortes, incluindo de civis, assim como por deslocamento forçado de parte significativa de sua população”, escreve.
As Nações Unidas (ONU) condenaram hoje os ataques do Governo de Benjamin Netanyahu ao Líbano.
Israel lançou hoje o seu “maior ataque” desde o início da guerra contra o Líbano, em 02 de março, que deixou centenas de mortos e centenas de feridos, de acordo com um balanço oficial preliminar do Governo libanês.
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O Presidente norte-americano afirmou hoje que o acordo de cessar-fogo entre Irão e Estados Unidos não se aplica ao Líbano, embora o Paquistão, país mediador, tenha afirmado inicialmente que o acordo englobava o território libanês.
“Eles [Líbano] não foram incluídos no acordo”, disse Donald Trump, argumentando que esta frente do conflito no Médio Oriente não está abrangida no cessar-fogo devido ao movimento xiita pró-iraniano Hezbollah.
Trump falava no programa "News Hour", da emissora pública de rádio norte-americana PBS, em declarações citadas pelas agências internacionais.
Questionado sobre se concordava que Israel continuasse os seus ataques ao Líbano, Trump respondeu que se trata de um "conflito à parte".
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Fonte: noticiasaominuto
08/04/2026 15:57











