Plano de ataque de países árabes ao Irã deve ser votado no sábado
Os EUA apoiam o plano.
Já China, Rússia e França deverão se opor à ideia Internacional|Do R7, com Reuters LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7 O plano de ataque apresentado pelo Bahrein, no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), para proteger a navegação comercial no estreito de Ormuz e, assim, segurar a disparada dos preços do petróleo no mundo, deve ser votado neste sábado (4).
Dois diplomatas disseram à agência de notícias Reuters que a reunião dos 15 membros do Conselho e a votação foram marcadas para a manhã de sábado (4), em vez de sexta-feira, como planejado anteriormente.
💥 Como r7 Afeta o Cotidiano
Sexta-feira é feriado na ONU.
Os Estados Unidos apoiam o plano dos países árabes.
Já China, Rússia e França deverão se opor à ideia.
🧠 Análise da Situação
Diplomatas que atuam na organização disseram que os chineses, que detêm poder de veto, já deixaram clara sua oposição a qualquer autorização para o uso da força na região.
Os preços do petróleo dispararam desde que os EUA e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, dando início a um conflito que já dura mais de um mês e praticamente fechou o estreito ao tráfego marítimo.
Diplomatas disseram que o Bahrein, atual presidente do Conselho de Segurança, finalizou o projeto de resolução que autorizaria “todos os meios defensivos necessários” para proteger o transporte comercial.
📌 Pontos Principais
O Bahrein, apoiado por outros países árabes do Golfo e por Washington em seus esforços para aprovar a resolução, já havia retirado uma referência explícita à aplicação obrigatória das medidas, numa tentativa de contornar objeções de outras nações, especialmente Rússia e China.
O rascunho do plano, visto pela Reuters, autoriza as medidas “por um período de pelo menos seis meses (…) e até que o conselho decida de outra forma”.
No entanto, em declarações ao Conselho de Segurança na manhã de quinta-feira, o embaixador chinês na ONU, Fu Cong, se opôs à autorização do uso da força.
Tal medida “legitimaria o uso ilegal e indiscriminado da força, o que inevitavelmente levaria a uma maior escalada da situação e a consequências graves”, acrescentou.
Uma quarta versão do projeto de resolução foi submetida ao chamado “procedimento de silêncio” para aprovação até o meio-dia de quinta-feira (16h GMT), mas uma fonte diplomática ocidental disse que o silêncio foi quebrado por China, França e Rússia.
Diplomatas disseram que, posteriormente, um texto foi finalizado, ou “colocado em azul”, o que significa que a votação pode ocorrer.
Uma resolução do Conselho de Segurança exige pelo menos nove votos favoráveis e nenhum veto dos cinco membros permanentes: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.
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Fonte: r7
03/04/2026 13:11











