Secretário de Defesa dos EUA sobre Irã: “Vamos aniquilá‑los” Afirmação do secretário de Defesa Pete Hegseth ocorreu na manhã desta segunda-feira (2/3) após ataque dos EUA ao Irã atualizado Compartilhar notícia O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou, nesta segunda-feira (2/3), que o presidente Donald Trump lembrou ao mundo que ser norte-americano significa algo sólido e que, “se você matar americanos ou ameaçar, vamos caçar sem perdão e vamos aniquilá-los”, ao se referir ao Irã.
A declaração foi feita no Pentágono, em Arlington, após ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel no Irã, na manhã de sábado (28/2).
“Essa não é uma guerra de mudança de regime, mas o regime certamente mudou, e o mundo está melhor por isso.
💥 Impacto e Consequências
Hoje, em seu desespero, o inimigo está sem máscaras”, ressaltou o secretário.
Pete Hegseth acrescentou que o regime anterior do Irã teve todas as chances de buscar um acordo de bom senso e pacífico, mas que Teerã não estava negociando, apenas ganhando tempo para recarregar seus estoques de mísseis e retomar suas ambições nucleares.
“Seu objetivo?
📊 Fatos e Dados
Ameaçar as nossas forças, mas o presidente Trump não joga esse tipo de jogo”, reforçou Hegseth.
A operação
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Dan Caine, também em coletiva no Pentágono, revelou detalhes sobre a operação para invadir o país iraniano.
De acordo com ele, foi recebida uma autorização do presidente Donald Trump, às 15h38 de sexta-feira (27/2), para realizar a invasão.
💥 Como metropoles Afeta o Cotidiano
A ação do exército norte-americano teve início cerca de nove horas mais tarde, à 0h15.
“Essa operação foi extremamente confidencial; então, na hora H, o inimigo só veria velocidade, surpresa e violência de ação”, explicou.
Conforme Caine, “esse foi um ataque massivo, sobre todos os domínios atingindo mais de mil alvos nas primeiras 24 horas”.
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos também afirmou que as operações continuarão ativas na região e no mundo.
Ele destacou que o ataque serve como um lembrete da capacidade dos EUA de “projetar poder em escala global, com velocidade, surpresa, precisão e força, quando e onde a nação demandar”.
Ataque
Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na madrugada desse sábado (28/2), pelo horário de Brasília, pouco depois das 8h no horário de Israel.
A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
O ataque foi efetuado “para eliminar ameaças”, segundo Katz.
De acordo com autoridades israelenses, a ofensiva teve como alvo estruturas consideradas estratégicas para a segurança do país, embora detalhes operacionais não tenham sido totalmente divulgados.
O governo norte-americano afirmou que a ação foi coordenada com Israel e que o objetivo era neutralizar riscos iminentes à estabilidade regional.
Em resposta, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que os iranianos não estão abertos a negociações com os Estados Unidos após os ataques ao país no fim de semana.
Em publicação na rede social X, ele foi taxativo: “Não negociaremos com os Estados Unidos”.
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu aos 86 anos em ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel, confirmou a mídia estatal iraniana.
O governo de Teerã anunciou luto oficial de 40 dias após a morte.
No total, 555 iranianos morreram em decorrência dos ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, informou a Sociedade do Crescente Vermelho no Irã (IRCS).
Ainda de acordo com a organização, outras 747 pessoas estão feridas.
Fonte: metropoles
02/03/2026 12:58











