Após uma reunião entre os líderes no Congresso e Rubio, Mike Johnson afirmou não esperar o envio de tropas norte-americanas para a Venezuela, sublinhando que as ações em curso “não são uma operação de mudança de regime”.
Os Estados Unidos lançaram no sábado um ataque contra a Venezuela para prender o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.
Delcy Rodriguez, vice-presidente executiva de Maduro, assumiu a presidência interina do país com o apoio das Forças Armadas.
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Os democratas saíram da sessão sem respostas concretas sobre os planos da Casa Branca, com o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, a considerar que o encontro “levantou muito mais perguntas do que respostas”.
No mesmo dia, o ex-Presidente venezuelano Nicolás Maduro declarou-se inocente das acusações federais de tráfico de droga, na sua primeira audição num tribunal norte-americano.
A discrepância entre as declarações públicas do Presidente, Donald Trump, e de Rubio suscitou críticas de antigos diplomatas, que apontam falta de coordenação e de planeamento dentro da própria administração.
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O Presidente norte-americano tem feito declarações vagas sobre uma eventual governação dos EUA na Venezuela após a deposição de Maduro, sem apresentar detalhes sobre um plano político ou administrativo para o país.
No Congresso, Rubio insistiu que Washington recorrerá às sanções existentes contra o setor petrolífero e os grupos criminosos venezuelanos para pressionar eventuais sucessores de Maduro, afastando a ideia de uma administração direta norte-americana.
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Fonte: noticiasaominuto
06/01/2026 13:39











