Rafa Mir continua envolvido em polémicas, desta vez em torno da acusação de agressão sexual.
O avançado espanhol mantém-se a braços com a justiça e o caso está a avançar em tribunal, de tal forma que o Ministério Público espanhol pediu dez anos e meio de prisão.
Em causa está uma acusação de violação, pelo que a pena pedida divide-se em nove anos pelo crime sexual e 18 meses por agressão física e danos morais, tal como revela o jornal Marca.
📊 Fatos e Dados
Para além da pena efetiva, o Ministério Público terá exigido uma ordem de afastamento da alegada vítima de 500 metros, durante os próximos 13 anos.
Também terá sido pedida liberdade condicional por mais sete anos e uma proibição de trabalhar com menos por sete anos, de acordo com a informação avançada pelo jornal Las Provincias.
Contudo, ainda há mais exigências em torno deste caso, desta vez no lado da defesa da vítima com um pedido de indemnização no valor de 64 mil euros, devido a danos físicos e morais.
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O que está em causa?
Este caso de alegada agressão sexual remonta a setembro de 2024, quando o avançado do Elche terá violado uma mulher em sua casa, depois de um jogo frente ao Valencia.
Ora, a noite terá terminado desta forma, na sequência de uma ida a uma discoteca.
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Depois do sucedido, a alegada vítima fez uma denúncia.
É de recordar que Rafa Mir não é o único arguido no processo, uma vez que o amigo do avançado, também ele jogador de futebol, Pablo Jara.
Tendo em conta que estava dentro da casa do avançado do Elche, o Ministério Público pediu três anos de prisão por ter agredido sexualmente uma segunda vítima, sendo que também a agrediu com um soco na área antes de a expulsar de casa de Rafa Mir.
Recentemente, mais uma polémica para Rafa Mir
No passado dia 1 de março, o Elche empatou em casa com o Espanyol, mas o jogo ficou marcado por polémica devido a uma acusação de racismo a Rafa Mir.
"No minuto 78, o jogador número 23 do RCD Espanyol, Sr.
Omar el Hilali, disse-me que o número 10 do Elche, Sr.
Rafael Mir Vicente, dirigiu-se nos seguintes termos: 'Vieste para cá num barco'", pode ler-se no relatório do árbitro.
Note-se que o jogo chegou a estar interrompido por três minutos para que o protocolo antirracismo fosse ativado, mas o duelo acabou por ser retomado.
Contudo, Rafa Mir não foi sancionado pelo Comité de Disciplina Desportiva (CDD) da Federação de Futebol Espanhola, até que haja uma conclusão sobre a investigação, ao contrário do que aconteceu com Gianluca Prestianni.
Resta saber qual será o desfecho da investigação, na medida em que Rafa Mir também tapou a boca no momento do alegado insulto.
Fonte: noticiasaominuto
05/03/2026 20:30











