Prisão de Maduro pelos EUA: o veredicto após 2 h de reunião de emergência dos países latinos e do Caribe Reunião termina sem um comunicado oficial; posição de alguns países, como Argentina, dificultam consenso no grupo R7 Planalto|Edis Henrique Peres e Jaqueline Frizon, do R7 e da RECORD, em Brasília LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7 Após duas horas de reunião emergencial na tarde deste domingo (4) para tratar sobre a situação da Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro, a Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) terminou o encontro de ministros sem um comunicado oficial dos países participantes.
Segundo interlocutores ouvidos, a opinião de líderes que apoiam o presidente americano, Donald Trump — como o presidente da Argentina, Javier Milei — dificulta a construção de um consenso na comunidade latina.
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No encontro desta tarde, cada país manifestou a sua posição.
💥 Impacto e Consequências
A do Brasil, apresentada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, seguiu o que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ainda no sábado (3), condenando os ataques e classificando a ação dos EUA como uma “afronta gravíssima”.
O ministro brasileiro, no entanto, não se ateve apenas a conversas dentro da Celac.
Neste domingo, Vieira conversou também com os chanceleres do México, Uruguai e da França, além de representantes da União Europeia para política externa.
🌍 Contexto e Relevância
Países latinos que apoiam Trump Após a ação de Donald Trump que culminou na prisão de Nicolás Maduro, quatro presidentes da América Latina e do Caribe manifestaram apoio ao americano: Javier Milei, da Argentina; Daniel Noboa, do Equador; Nayib Bukele, de El Salvador, e Rodrigo Chave, da Costa Rica.
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Fonte: r7
04/01/2026 18:07











