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Portugal pede mais diálogo entre Europa e África na União pelo Mediterrâneo

28 de novembro de 2025
in Internacional
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"É preciso um diálogo grande entre estas frentes.

Há uma mudança geopolítica enorme.

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E, na verdade, o eixo África-Europa, que são ligadas pelo Mediterrâneo, é um eixo que está em perda em termos geopolíticos”, afirmou o chefe da diplomacia portuguesa, em declarações à agência Lusa em Barcelona, Espanha, à margem do encontro anual da União pelo Mediterrâneo (UpM).

🧠 Especialistas Analisam noticiasaominuto

A UpM, lembrou Paulo Rangel, é um fórum multilateral que reúne a Comissão Europeia, todos os Estados da União Europeia e mais de dez outros países das margens do Mediterrâneo, incluindo Médio Oriente e Norte de África.

A reunião da UpM hoje em Barcelona ocorre dias após a cimeira União Europeia (UE) – União Africana, em Luanda, sublinhou também o MNE português, que se congratulou por vários ministros, como ele próprio, terem estado nos dois encontros, sublinhando a importância de trabalhar “nestas frentes” e no “eixo Europa – África”.

Rangel afirmou que na geopolítica atual está a ganhar preponderância e peso o Pacífico, com duas potências na liderança, China e Estados Unidos.

📌 Pontos Principais

"A Europa só vai poder afirmar-se no plano global se tiver estas parcerias, se houver um espaço afro-europeu e que passa pelo Mediterrâneo, pela bacia do Mediterrâneo.

Temos de projetar esta nova realidade geopolítica, criando cada vez mais projetos conjuntos entre os países do Mediterrâneo e a União Europeia", acrescentou.

Para o MNE português, “estas uniões fazem-se com grandes desígnios geopolíticos, evidentemente, e com questões políticas”, mas “na verdade, só funcionam se houver projetos concretos” em áreas como a educação, as migrações ou as energias.

🔄 Atualizações Recentes

Neste contexto, Paulo Rangel congratulou-se com o lançamento formal hoje em Barcelona do novo “Pacto para o Mediterrâneo” da União Europeia que visa aprofundar e relançar a cooperação entre o bloco europeu e os parceiros do sul do Mediterrâneo, através de mais de uma centena de iniciativas e projetos.

“Se nós tivermos projetos concretos em que somos parceiros, naturalmente as solidariedades vão surgir e a tal capacidade de integração, de fazer uma espécie de encaixe entre as pretensões de uns e de outros, vai funcionar”, frisou.

Num momento de vários conflitos em curso “muito graves” na região do Médio Oriente (Israel-Palestina, Líbano e Síria), “fala-se muito na ideia de que a União pelo Mediterrâneo tem de interagir com os países do Golfo” [Pérsico]”, disse o MNE, antes de defender que “é verdade, está fora de questão, mas também tem de se interagir com os países da África”.

O governante disse que “o contributo específico de Portugal” no encontro hoje da UpM passou precisamente por defender que é necessário “um diálogo com o Golfo por causa dos conflitos” no Médio Oriente mas que é preciso também trabalhar e “um diálogo com a União Africana e com a África”.

“Porque uma parte das questões que têm de ser resolvidas pelos países do sul do Mediterrâneo e que têm depois um impacto direto nos países europeus e não só no sul da Europa, portanto, em toda a Europa e toda a União Europeia, vem justamente também do continente africano”, acrescentou, referindo questões relacionadas com fluxos migratórios ou a situação de instabilidade e insegurança em regiões como o Sahel.

“Temos de ter políticas que vão ao encontro das necessidades também do continente africano”, insistiu, considerando que é fundamental um olhar e um alinhamento entre África, o Médio Oriente, a bacia do Mediterrâneo e a Europa porque “liga o Índico e o Atlântico e permite criar alternativas ao Pacífico”.

A UpM foi criada em 2008 e é herdeira da Conferência Euro-mediterrânica, fundada há 30 anos, em 1995, e conhecida como “processo de Barcelona”, tendo como objetivo fomentar a cooperação na região euro-mediterrânica.

Fazem parte da UpM a Comissão Europeia e 43 países – os 27 da UE e mais 16 Estados mediterrânicos da Europa, do Norte de África e do Médio Oriente, incluindo a Palestina, não reconhecida oficialmente como Estado por vários países que integram a organização.

A reunião anual da UpM, conhecida como Fórum Regional da UpM, é um encontro de ministros dos Negócios Estrangeiros e realiza-se anualmente em Barcelona.

Leia Também: Rangel saúda avanços, mas reitera necessidade de envolver Europa e Kyiv


Fonte: noticiasaominuto

28/11/2025 13:10

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