Caso Master: Mendonça tem reunião de 2h30 com a PF e recebe relatório André Mendonça se reuniu com a Polícia Federal para discutir avanço das investigações do Caso Master no STF atualizado Compartilhar notícia O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), reuniu-se por cerca de 2h30 com os investigadores da Polícia Federal que apuram a fraude no Banco Master.
No encontro, iniciado às 17h desta segunda-feira (23/2), os delegados da PF apresentaram relatório sobre o andamento das apurações.
De acordo com a Secretaria de Comunicação do STF, a PF apresentou a Mendonça um relato atualizado sobre o estágio das apurações do caso.
🧠 Especialistas Analisam metropoles
“O encontro também serviu para apresentação à Polícia Federal da lista dos processos da Operação Compliance Zero e desdobramentos correlatos que tramitam na Corte sob a relatoria do ministro”, diz nota.
O encontro foi o segundo entre Mendonça e investigadores, sendo o primeiro de maneira presencial.
O detalhamento das investigações ajudará o ministro na definição dos próximos passos.
🌍 Contexto e Relevância
Mendonça assumiu a relatoria do caso Master em 12 de fevereiro, com a saída de Dias Toffoli, após uma série de polêmicas.
Saída de Toffoli da relatoria
– Dias Toffoli anunciou a saída da relatoria do caso Master no STF, na noite dessa quinta-feira (12/2).
– A decisão foi tomada após reunião com os 10 ministros para discutir relatório da Polícia Federal (PF).
🌍 O Cenário Atual de metropoles
– Documento da PF cita mensagens encontradas em aparelhos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, com menções a Toffoli.
– O material é sigiloso e menciona negociações sobre um resort no Paraná ligado ao caso, o Tayayá.
– Toffoli admitiu ser sócio do resort, mas negou relação com Vorcaro e familiares.
– A decisão foi comunicada em nota assinada pelos 10 ministros, na qual disseram que, “considerados os altos interesses institucionais”, ficou acolhida a comunicação de Toffoli para deixar o caso.
– A presidência do STF adotou providências processuais para extinguir a arguição de suspeição aberta após envio de relatório da PF.
Mendonça na relatoria Como relator, o ministro autorizou a PF a adotar o fluxo ordinário de trabalho pericial na análise de cerca de 100 dispositivos eletrônicos apreendidos no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura suposto esquema de fraudes envolvendo o Banco Master.
O ministro ampliou o trabalho da PF nas apurações e permitiu a realização de diligências investigativas que não dependam de autorização judicial – como oitivas de investigados e testemunhas nas dependências da PF.
O relator ainda determinou que o material apreendido fique sob custódia da própria PF e manteve o sigilo dos autos e dos demais procedimentos relacionados à operação, aplicando o sigilo padrão, nível III.
Um nível a menos que o sigilo de Toffoli.
As medidas atenderam a pedido da PF, que apontou a necessidade de distribuir as tarefas entre peritos habilitados, segundo critérios administrativos e técnicos, e apresentou considerações relativas ao planejamento operacional.
Fonte: metropoles
23/02/2026 23:36











