"Percebo perfeitamente e compreendo as suas preocupações, mas quero ser muito claro: a França não faz parte desta guerra.
Não estamos em combate e não nos vamos envolver nela", disse Macron em resposta a um jovem internauta na quinta-feira à noite.
O Presidente francês disse que "protege os franceses, os seus aliados e apoia o Líbano".
💥 Como noticiasaominuto Afeta o Cotidiano
Emmanuel Macron anunciou um plano para fazer face às atividades militares do Hezbollah, ao mesmo tempo que prometeu apoio militar ao governo libanês.
Macron disse também estar a trabalhar na criação de uma coligação internacional para garantir a segurança das rotas marítimas essenciais para a economia global na região.
Entretanto, o ministro dos Transportes francês, Philippe Tabarot, anunciou que a França vai retomar os voos de repatriamento para os cidadãos franceses dos Emirados Árabes Unidos “nas melhores condições de segurança possíveis”.
📊 Fatos e Dados
Na quinta-feira à noite, um avião da Air France fretado pelas autoridades para repatriar cidadãos franceses dos Emirados Árabes Unidos foi obrigado a regressar devido aos disparos de mísseis na região.
"Vamos continuar com estes voos de repatriamento de uma forma ou de outra" e "sob as melhores condições de segurança possíveis", disse o ministro à rádio Europe 1.
Segundo as estimativas do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, "5.000 pessoas" manifestaram o desejo de regressar a França o mais rapidamente possível.
🧠 Análise da Situação
"Setecentas e cinquenta já regressaram a casa em voos de repatriamento, e aproximadamente 2.000 se incluirmos os voos comerciais", acrescentou.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção o país.
O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.
Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.
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Fonte: noticiasaominuto
06/03/2026 05:46











