"Temos um número maior.
Nós estamos com cerca de 10.500 turmas ao ar livre, no geral, dado que nós temos estatístico", disse Samaria Tovela, citada hoje pela comunicação social.
Segundo a governante, as províncias de Cabo Delgado e Nampula, no norte do país, Zambézia, no centro, e Maputo, sul, são as regiões que apresentam a situação crítica, apesar das restantes províncias de Moçambique também apresentarem problemas com turmas ao ar livre.
💥 Impacto e Consequências
"Nós estamos efetivamente [a trabalhar].
Onde há mais problemas, vamos investindo aí", concluiu Samaria Tovela.
Em 20 de fevereiro, a ministra da Educação anunciou que milhares de alunos no país vão iniciar as aulas em tendas, face à destruição completa de quase 400 escolas pelas cheias que afetaram o país desde janeiro.
📊 Fatos e Dados
“Temos que nos organizar para que todos os nossos meninos sejam acolhidos nas nossas escolas”, disse Samaria Tovela, avançando que seriam instaladas tendas como “espaços temporários” de ensino e aprendizagem.
Referindo que a intervenção visava principalmente locais onde “há escolas completamente destruídas”, reconheceu que em todo o país, mas sobretudo no sul, 1.710 escolas, de diferentes níveis, foram destruídas pelas cheias de janeiro, incluindo 376 “totalmente destruídas”, além de 362 infraestruturas de apoio, como casas de professores e outros equipamentos.
A responsável também avançou, em fevereiro de 2025, que cerca de 8.500 turmas ainda estudavam ao ar livre no país.
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"São aproximadamente 8.500 turmas ao ar livre.
Como sabemos, quando chove, a criança não pode ter aulas, deve andar de sombra em sombra, e não é isso que nós queremos", disse Tovela, na altura.
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Fonte: noticiasaominuto
10/04/2026 06:13











