Pensa Povo
sábado, fevereiro 21, 2026
  • MUNDO
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
  • ENTRETENIMENTO
  • JUSTIÇA
  • CURSOS
  • EMPREGOS
No Result
View All Result
  • MUNDO
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
  • ENTRETENIMENTO
  • JUSTIÇA
  • CURSOS
  • EMPREGOS
No Result
View All Result
Pensa Povo

Magistrados criticam decisão sobre penduricalhos e falam em greve

20 de fevereiro de 2026
in POLÍTICA
Home POLÍTICA
0
SHARES
Share on FacebookShare on Twitter

Mirelle PinheiroColunas Magistrados criticam decisão sobre penduricalhos e falam em greve A coluna apurou que, nos bastidores, os juízes têm classificado a medida como “injusta e desproporcional” atualizado Compartilhar notícia A coluna teve acesso a mensagens que circulam em grupos de magistrados da Justiça Federal, que estão insatisfeitos com a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os chamados “penduricalhos” — verbas classificadas como indenizatórias que, na prática, aumentam os salários e permitem a ultrapassagem do teto remuneratório previsto na Constituição Federal.

A decisão de Dino foi anunciada no dia 5 de fevereiro deste ano.

RELATED POSTS

STF formaliza ação penal e torna Eduardo Bolsonaro réu por coação e obstrução

Mercado reage bem a tarifaço derrubado nos EUA, mas vê futuro incerto

Nessa quinta-feira (19/2), o ministro também proibiu a aplicação de novas normas sobre parcelas remuneratórias e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional.

📌 Pontos Principais

A medida complementa a liminar anterior.

A medida gerou descontentamento entre os magistrados, que têm a classificado como “injusta e desproporcional” e feito duras críticas, citando, inclusive, a possibilidade de adotar “operação tartaruga” — ritmo de trabalho reduzido — e até mesmo greve.

As críticas Em uma das mensagens, um desembargador diz que a decisão não considerou medidas do próprio STF, “que garantem a unicidade da remuneração da magistratura nacional e dos poderes normativos do Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público, com base na Lei Orgânica da Magistratura Nacional e na lei geral do Ministério Público”.

🧠 Análise da Situação

“A decisão do Dino abriu portas para leis estaduais e municipais estabelecerem gratificações diversas.

Sabe-se que os magistrados, MPs, auditores fiscais e advogados públicos têm maior facilidade de passar gratificações nas suas Assembleias Legislativas, algo muito difícil de ocorrer no Congresso Nacional, principalmente diante desta animosidade do Congresso com o STF e diversas questões políticas”, afirmou outro.

Um terceiro servidor declarou que, em diversos precedentes, o STF reconheceu que o CNJ e o CNMP têm poder para editar normas que padronizam a remuneração de magistrados e membros do MP em todo o país e que o órgão de cúpula do Poder Judiciário brasileiro deve ser isonômico.

💥 Impacto e Consequências

Os magistrados discutiram ainda a lei dos servidores públicos federais ser utilizada somente residualmente no caso dos magistrados, uma vez que têm leis próprias.

“Contenção de gastos públicos” Nas conversas, os servidores afirmaram que o governo tem aplicado, ao longo dos anos, sucessivos deságios sobre o valor do subsídio destinado à categoria como forma de política de contenção de gastos públicos.

A medida, segundo representantes da classe, resultou em defasagem acumulada significativa.

“A depender do índice de inflação, o subsídio, hoje corrigido, deveria ser entre R$ 70 mil e R$ 75 mil.

Desde que o subsídio foi criado, a defasagem dos magistrados ao longo dos anos alcança a casa dos R$ 7 milhões”, expôs um magistrado.

A situação, na visão dos integrantes da categoria, vai além da questão financeira.

Para eles, a manutenção da defasagem remuneratória “fere o princípio da confiança, a isonomia, o respeito às instituições e aos servidores públicos, bem como ao CNJ e ao CNMP e julgamentos anteriores do próprio STF.” Ameaças de greve Ameaças de greves, paralisações e operação tartaruga estão sendo citadas nos grupos dos magistrados, embora ainda de forma tímida.

Apesar disso, os servidores afirmam que seguem confiantes de que o plenário não confirmará, sem questionamentos, a decisão que consideram arbitrária e precipitada.

“Nos bastidores, o sentimento é de que parte dos integrantes do STF, junto ao governo, estaria aproveitando a pauta para desviar a atenção de outros temas, funcionando como uma espécie de ‘cortina de fumaça’.” Por fim, os magistrados citam que as gratificações extraordinárias ou permanentes são formas de estímulo para que essas carreiras não sejam esvaziadas.

“Ao longo dos anos, o governo incentivou que os melhores profissionais fossem contratados, para ter um serviço público de excelência, e quer pagar líquido só R$ 25 mil para esses profissionais, que é justamente o líquido dos R$ 46 mil brutos?” “No caso dos juízes, não podem fazer nenhuma outra atividade, a não ser lecionar até 25 horas.

É uma atividade cheia de cobranças, metas, julgamento de causas muito difíceis e de repercussão”, finalizou um servidor.

As medidas aprovadas por Dino
Nessa quinta (19), o ministro Flávio Dino proibiu a aplicação de novas normas sobre parcelas remuneratórias e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional.

A medida complementa a liminar deferida no dia 5 de fevereiro, quando Dino suspendeu os chamados “penduricalhos”.

A determinação alcança todos os Poderes e órgãos constitucionalmente autônomos e ressalva apenas a aplicação de lei nacional que venha a ser editada com base na Emenda Constitucional 135/2024, que prevê a aprovação, pelo Congresso Nacional, de lei fixando as verbas indenizatórias fora do teto remuneratório.

📊 Informação Complementar

Na decisão desta quinta, o relator também proibiu o reconhecimento de novas parcelas relativas a suposto direito anterior à liminar, além daquelas já recebidas até a data de sua publicação (5/2).

O relator manteve o prazo de 60 dias para que órgãos de todos os níveis da Federação publiquem as verbas remuneratórias e indenizatórias pagas a membros de Poderes e servidores, com a indicação específica das leis que as fundamentam.

No caso de ato infralegal, deve ser indicada também a norma superior que legitimou especificamente a sua edição.


Fonte: metropoles

20/02/2026 09:41

ShareTweet

Related Posts

STF formaliza ação penal e torna Eduardo Bolsonaro réu por coação e obstrução

by Iago
20 de fevereiro de 2026

STF formaliza ação penal e torna Eduardo Bolsonaro réu por coação e obstrução Ex-deputado poderá apresentar testemunhas e provas durante...

Mercado reage bem a tarifaço derrubado nos EUA, mas vê futuro incerto

by Iago
20 de fevereiro de 2026

Mercado reage bem a tarifaço derrubado nos EUA, mas vê futuro incerto Segundo analistas ouvidos pelo Metrópoles, primeira reação nas...

Tarifaço: governo Lula avalia que ainda é “cedo para comemorar”

by Iago
20 de fevereiro de 2026

Tarifaço: governo Lula avalia que ainda é “cedo para comemorar” Questionados sobre decisão que derrubou o tarifaço de Donald Trump,...

Horizonte de execução do PTRR vai até 2034, diz primeiro-ministro

by Iago
20 de fevereiro de 2026

Luís Montenegro falava no final da reunião semanal do Conselho de Ministros, que aprovou as linhas gerais do programa "Portugal...

Mais de 6 mil alojamentos locais “fantasma” cancelados em Lisboa

by Iago
20 de fevereiro de 2026

"Encontram-se ativos 11.779 registos de AL e foram cancelados 6.765 registos, de acordo com dados de 1 de fevereiro de...

Next Post

João Fonseca tem 'todos os ingredientes' para ser grande campeão, diz Agassi

INSS devolve quase R$ 3 bilhões em descontos indevidos; prazo termina em um mês

TRENDING

Brasil

Análise: Acabar com a escala 6×1 não vai resolver problema do trabalhador brasileiro — vai piorar

20 de fevereiro de 2026
Internacional

Trump anuncia tarifa global de 10% após decisão da Suprema Corte dos EUA

20 de fevereiro de 2026
Brasil

O que técnicos europeus disseram sobre a acusação de racismo feita por Vini Jr.

20 de fevereiro de 2026
Internacional

Trump comenta decisão que derrubou tarifaço dos EUA: “Vergonha”

20 de fevereiro de 2026
Sem categoria

Socialistas, liberais e verdes instam Bruxelas a distanciar-se do Conselho da Paz

20 de fevereiro de 2026
PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
No Result
View All Result
  • Inicio
  • POLÍTICA
  • MUNDO
  • TECNOLOGIA
  • SAÚDE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • SEGURANÇA
  • JUSTIÇA
  • Carnaval
  • VIDA E ESTILO

© 2024 Pensa Povo.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você está dando consentimento para o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.