"Vamos continuar a seguir todos os altos elementos do regime.
A série de eliminações não vai parar", declarou o porta-voz do exército, Effie Defrin.
O Irão confirmou hoje a morte do ministro com a tutela dos serviços de informações, Ismail Khatib, num ataque aéreo israelita na noite de terça-feira, dia em que também reconheceu os assassínios de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e de Gholamreza Soleimani, líder da milícia Basij.
🔍 Detalhes Importantes
Desde o início da ofensiva, Israel tem reclamado as mortes de dirigentes e altas patentes militares do regime, donde se destaca o ex-líder supremo iraniano, Ali Khamenei, logo em 28 de fevereiro, o primeiro dia de bombardeamentos em Teerão.
"Nas últimas 24 horas, continuámos a localização e a eliminação de altos elementos do regime, assassinos responsáveis por inúmeras operações terroristas", relatou o porta-voz militar israelita.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, comentou hoje na rede social X que “Israel está a ignorar as consequências da normalização dos seus atrozes métodos de terror”, mas observou que “a comunidade internacional não deve ignorar esta imprudência, porque toda a ação conduz inevitavelmente a uma reação”.
📌 Pontos Principais
Na sua mensagem, criticou o silêncio internacional “quando se trata de Israel”, em relação ao qual “as regras habituais do jogo parecem não se aplicar” e “os próprios guardiões da ‘lei e da ordem’ permanecem em silêncio, tergiversam ou, pior, fornecem armas e apoio”.
Araghchi acredita que a falta de resposta aos ataques contra a República Islâmica “não é hipocrisia”, mas “algo mais frio, um colapso moral calculado, onde as regras existem apenas para os adversários e a impunidade está reservada aos aliados”.
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Fonte: noticiasaominuto
18/03/2026 18:36











