"Uma testemunha relatou que um homem, cuja investigação mostrou ser de origem suíça (…) entrou neste autocarro com sacos nas mãos.
A certa altura, pulverizou-se com um produto inflamável e incendiou-o", disse o procurador do cantão, Raphael Bourquin, numa conferência de imprensa em Granges-Paccot, perto de Friburgo.
O incêndio, que começou no final da tarde de terça-feira num autocarro regional de transporte em Kerzers, causou pelo menos seis mortos e cinco feridos, dois deles com gravidade, indicou a polícia cantonal.
🧠 Análise da Situação
"No que diz respeito aos motivos, não há absolutamente nenhum elemento que sugira que possa ser um ato terrorista", indicou Bourquin.
A família do alegado autor, um homem de 60 anos residente em Berna, tinha “anunciado o seu desaparecimento” e “os elementos atuais da investigação descrevem-no como uma pessoa marginal e perturbada”, acrescentou o procurador, referindo que “parece que esta pessoa estaria entre os falecidos”.
Numa mensagem publicada numa rede social, o Governo português expressou "profundo pesar pelo trágico acidente de autocarro" em Kerzers, na Suíça.
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"As nossas condolências às famílias das vítimas e solidariedade com as autoridades e o povo suíço", lê-se na mensagem, publicada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
O acidente ocorreu num "autocarro postal", um serviço de transporte público icónico no país, que liga localidades rurais e montanhosas, assim chamado por ter sido criado para distribuir o correio.
Os "autocarros postais" suíços são tradicionais no país, reconhecidos pela cor amarela, pontualidade e buzina de três tons (usada para avisar nas curvas fechadas).
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Fonte: noticiasaominuto
11/03/2026 13:37











