‘Fiquei frustrado, mas mérito dele’, diz goleiro que levou gol do príncipe William no Maracanã Britânico participou de evento com jovens e crianças nesta segunda-feira, 3 Para o jovem goleiro Pedro Henrique Nascimento, 14 anos, a sensação poderia até se assemelhar a um Fla-Flu.
Não é todo dia que um morador da Praça Seca, no Rio de Janeiro, teria a chance de ficar prostrado entre as traves para tentar impedir uma cobrança de pênalti de um membro da realeza britânica.
O problema é que, nesta segunda-feira, 3, a bola chutada pelo príncipe William entrou.
🌍 O Cenário Atual de veja
“Fiquei frustrado porque tomei gol dele, mas mérito dele”, disse a VEJA, entre uma risada e outra.
“Tentei pegar, mas foi muito forte, não deu”.
Os dois ainda conversaram um pouco depois, mas não rendeu muito, segundo o carioca.
🌍 Contexto e Relevância
“Não entendia muito o que ele falava, mas ele era bem simpático”, brincou.
+ Príncipe William leva dribles, mas faz gol de pênalti durante encontro com jovens no Maracanã Roteiro pelo Rio Mais cedo, antes de participar de encontro com crianças e jovens no Maracanã, o príncipe recebeu as chaves da cidade do Rio, em um evento no Pão de Açúcar.
Trata-se da primeira visita do futuro rei ao Brasil, com roteiro entre Rio e Belém, no Pará, onde participará como representante do rei Charles III na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30).
💥 Impacto e Consequências
Nos próximos dias, ele participará de uma série de eventos com autoridades brasileiras, líderes indígenas, iniciativas comunitárias e chefes globais em inovação.
Além de passagens para conhecer a biodiversidade brasileira, William marcará presença na Cúpula Global do Programa United for Wildlife, resultado de uma parceria entre o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a Interpol, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e a Polícia Federal.
A viagem pelo Rio termina com a cerimônia do Earthshot Prize, prêmio ambiental fundado por William, na quarta-feira, 5, no Museu do Amanhã.
A decisão por sediar a premiação no Rio marca a primeira vez que a láurea será concedida na América Latina e “reforça o protagonismo do Brasil na agenda climática global”.
O prêmio foi criado em 2020 através de sua Royal Foundation, com o objetivo de incentivar novas ideias para solucionar problemas ambientais.
Segundo o príncipe, o Earthshot foi inspirado em uma visita que ele realizou à Namíbia e seu nome é uma homenagem ao projeto “moonshot”, do ex-presidente americano John F.
Kennedy, que levou ao pouso lunar em 1969.
+ Por que missa conjunta com o papa no Vaticano foi passo marcante para Charles III Quem são os finalistas brasileiros Entre os concorrentes do Brasil, estão a re.green, definida pela premiação como “uma extraordinária startup tecnológica brasileira que combate o desmatamento”, e Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), proposta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que foi considerada “a iniciativa financeira florestal mais ambiciosa que o mundo já viu, tornando a preservação mais valiosa do que a destruição”.
Neste ano, há quatro finalistas da América do Sul.
“Ser finalista do Prêmio Earthshot na véspera da COP30 é uma honra que ajudará a aumentar a conscientização global sobre esta iniciativa, contribuindo para nossos esforços para garantir investidores públicos e capital privado, bem como divulgar a mensagem para pessoas em todo o mundo sobre a importância vital das florestas tropicais para nossas vidas e economias”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, no anúncio.
“É uma oportunidade sem precedentes para finalmente garantir que a preservação das florestas tropicais seja mais valorizada do que sua destruição.
Por meio do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, podemos mudar o futuro da conservação das florestas tropicais e fornecer financiamento de longo prazo para aqueles que as protegem”, acrescentou
Fonte: veja
03/11/2025 20:47











