Carlos Viana ameça ir ao STF se Alcolumbre não prorrogar CPMI do INSS Prazo encerra para apurar desvios indevidos em aposentadorias no INSS acaba em março e pode ser estendido por mais 60 dias atualizado Compartilhar notícia O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), disse, nesta segunda-feira (23/02), que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para estender o prazo de funcionamento do colegiado se o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não se manifestar.
Segundo Viana, Alcolumbre não respondeu ao pedido do chefe do colegiado para prorrogar os trabalhos por mais 60 dias.
Por sugestão do líder da Oposição, Rogério Marinho (PL-RN), primeiro será enviada uma comunicação formal ao presidente.
🔍 Detalhes Importantes
Depois, Viana afirmou que irá consultar os integrantes da CPMI e se colocou “à disposição” para recorrer ao Supremo.
Desde a CPI das Bets, Alcolumbre tem se mostrado resistente a comissões de inquérito pela crescente espetacularização dos trabalhos dos colegiados.
“Como não recebi uma resposta formal do presidente do Senado com relação à prorrogação da CPMI do INSS, eu juntamente com outros parlamentares, recorreremos ao Supremo para que a CPMI seja prorrogada no prazo estipulado das assinaturas que nós temos, já que por legislação nós temos o direito de que ela permaneça por pelo menos mais 60 dias”, disse.
🔄 Atualizações Recentes
Viana quer votar “pauta bomba”
Sem a prorrogação, a CPMI encerra os trabalhos em 28 de março.
Ante a proximidade da data, Carlos Viana disse que quer que o colegiado vote uma série de requerimentos considerados polêmicos, como quebras de sigilo e convocações.
Dentre eles estão as convocações de executivos ligados a bancos como a Crefisa, o C6 Bank e o Santander.
💥 Impacto e Consequências
A cúpula da CPMI também quer votar a convocação do deputado estadual do Maranhão Edson Araujo, vice-presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA).
Ainda na quinta-feira, a CPMI irá receber o depoimento do presidente do BMG, Luiz Félix Cardamone Neto.
Neste ano, o colegiado mira créditos consignados fraudulentos em aposentados e pensionistas na Previdência Social.
Fonte: metropoles
23/02/2026 18:01











