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Alcolumbre esticou a corda a grau de tensão sem precedentes para sua atividade pública

1 de dezembro de 2025
in POLÍTICA
Home POLÍTICA
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Andreazza: “Será que surge um novo Alcolumbre, ofendido e oposicionista?” Carlos Andreazza analisa a mudança de postura de Davi Alcolumbre diante do governo e como a indicação de Jorge Messias ao STF virou peça central no Senado.

Crédito: TV Estadão
Hipótese 1.

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Davi Alcolumbre é um governista.

Foi assim com Bolsonaro; e com Lula, até aqui.

Um governista de oportunidades.

Governista condicional, aquele tipo bem-disposto, que pende à facilitação, desde que contemplado a cada votação de interesse do Planalto.

📌 Pontos Principais

Contemplado com lotes de influência na superfície do Estado.

Aquele Alcolumbre que, negociando, fez os vales dos rios São Francisco e Parnaíba se estenderem até o Amapá.

Esse mágico, tendo agendado a sabatina de Jorge Messias para o próximo dia 10 como forma de garantir a sua incontornabilidade no processo, estaria agora à espera Lula.

Pronto para conversar.

Em política, ponto de não retorno é temperatura difícil de alcançar.

Alcolumbre, talvez esticando a corda com mais tensão que o habitual, teria estreitado a margem de negociação.

Margem estreita não deixa de ser margem.

Haveria um caminho.

Para esse Davi, um prático, a não escolha de Rodrigo Pacheco ao STF – por dolorosa que seja – converter-se-ia em moeda para comerciar.

Unidade monetária mesmo.

Um pacheco.

Dois pachecos.

Cinco.

Dez.

Cem.

Quantos pachecos valeria o comando da CVM?

📊 Informação Complementar

Da ANA?

Do Banco do Brasil?

“Divergências” são parte da democracia.

Esse Davi compreenderia a partilha de “cargos e emendas” como gesto de um governo de conciliação – e não como “ajuste de interesse fisiológico”.

Hipótese 2.

Um Davi Alcolumbre de repente oposicionista, ofendido com a “tentativa” governista de “criar a falsa impressão” de que “divergências entre Poderes” poderiam ser “resolvidas por ajuste de interesse fisiológico, com cargos e emendas”.

Seria, pois, um caso em que o novo Davi se ofenderia com o velho Davi, aquele que tem dois ministérios.

Teria de devolver os terrenos.

Talvez nem conversasse com Lula.

Movimento rompedor que – originário em “divergências entre Poderes” – não se basearia (não poderia se basear) no preterimento de Pacheco.

A constituição desse Davi oposicionista exigiria mais fundamentos; mais razões.

Por exemplo: o STF julgará em breve os primeiros parlamentares acusados de corrupções a partir do orçamento secreto.

Alcolumbre é um dos senhores das emendas parlamentares.

Há também as investigações relativas ao Master, especialmente aos investimentos de fundos de servidores estaduais em letras de crédito do banco – fundos comandados por gente apadrinhada, inclusive no Amapá.

Leia também
Messias tenta reverter cenário no Senado, busca Pacheco e aposta em ajuda de ministros do STF
Messias vai ser aprovado na CCJ?

Acompanhe o placar do Estadão com os votos dos senadores Fabiano Lana: https://www.estadao.com.br/politica/fabiano-lana/lula-ou-alcolumbre-um-deles-sera-humilhado-no-caso-messias/ (Nada disso compõe a matéria do que definiria “divergências entre Poderes”.

O cronista adverte: fala-se aqui de um Davi que teria virado oposicionista.

Não de um milagre criador de republicanos.)
Ponto de não retorno, em política, é temperatura difícil de alcançar.

Esse Alcolumbre inédito – comerciante de súbito agastado com a exposição das mercadorias na vitrine – esticou a corda a grau de tensão sem precedentes para sua atividade pública até aqui.

Não estaria muito longe da condição excepcional de ter de bancar mesmo a queda de Messias.

Vai?


Fonte: estadao

01/12/2025 23:33

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