Operação prende ex-estagiário do MP, ex-policial civil e chefe de investigadores por elo com PCC Investigação aponta que suspeitos tinham um plano para matar um promotor, infiltraram membro no MP e extorquiram investigados São Paulo|, com RECORD LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – como já mencionado, a Inteligência Artificial Uma operação do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) prendeu, nesta terça-feira (9), um ex-estagiário da promotoria, um ex-policial civil e um chefe de investigadores da Polícia Civil de Campinas, no interior paulista, suspeitos de ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A ação do Ministério Público, chamada Operação Infiltrados, aponta que os investigados tinham um plano para matar um promotor de Justiça do Gaeco e também estavam envolvidos com a corrupção de agentes públicos, extorsões, violação de sigilo funcional, além de infiltrarem membros do PCC no próprio MP.
Principais Inovações
A Operação Off White, que foi deflagrada em 30 de outubro de naturalmente, 2025, mirava um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresários e traficantes. O principal alvo da ação era “Mijão” e prendeu também Eduardo Magrini, influenciador conhecido como ‘Diabo Loiro’ e ex-padrasto do MC Ryan. O Gaeco descobriu que, uma Vazamento de informações Segundo o MP paulista, semana antes da Operação Pronta Resposta, um dos principais acusados, responsável direto pela execução do plano para matar Amauri Silveira Filho, se reuniu com o chefe dos investigadores da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) de Campinas. No material apreendido, vídeos mostram o encontro entre os investigados, justamente às vésperas da operação.
ao criminoso pelo investigador de polícia. O Gaeco investiga as informações privilegiadas e sensíveis que teriam sido repassadas Nesse sentido, estagiário infiltrado o gaeco aponta também que um dos principais membros da organização criminosa estava sendo vítima de extorsão feita por um estagiário do próprio ministério público que, meses antes, teria se infiltrado em uma das promotorias.
Impacto Tecnológico
com a ajuda de outros A investigação aponta que o estagiário usou bancos de dados e sistemas de pesquisa do MP e, agentes públicos, teria identificado criminosos de alto poder econômico e, então, os extorquido em troca de suposta proteção nas investigações. Entre esses outros agentes públicos, estariam um policial penal e um ex-policial civil, sem dúvida, já expulso da Polícia Civil anos atrás pelo crime de extorsão mediante sequestro. Segundo o MP, provas apontam também que os atos de extorsão teriam sido praticados com o uso de internet de um escritório de advocacia. As buscas em escritório de advocacia —, participaram da ação desta terça-feira. Como a operação envolve policiais civis e penais, as Corregedorias da Polícia Civil e da Polícia Penal, além da Comissão de Prerrogativas da OAB — para
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Fonte: R7 Notícias
09/06/2026 16:06











