A posição do presidente do Conselho de Ética sobre motim na Câmara Órgão ainda aguarda a decisão da Corregedoria da Câmara para decidir sobre a punição aos parlamentares que ocuparam o plenário Aliado de Bolsonaro, Fabio Schiochet (União-SC), presidente do Conselho de Ética da Câmara, aguarda o parecer da Corregedoria da Câmara para submeter ao órgão a análise dos 15 pedidos de punição a parlamentares que participaram do motim na Casa, após a prisão domiciliar do ex-presidente determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.
Os deputados ocuparam a mesa diretora da Câmara e impediram os trabalhos por dois dias.
Após um acordo costurado pelo ex-presidente Arthur Lira, os congressistas pararam a rebelião.
🌍 Contexto e Relevância
O fato trouxe muito desgaste para o presidente Hugo Motta, que se viu impedido até de sentar em sua cadeira para dar início a sessão que estava pautada.
Schiochet, que foi conduzido à presidência do Conselho de Ética por Motta, afirmou que discorda dessa postura de deputados da oposição.
‘A gente jamais poderia impedir a passagem do presidente da Câmara de impedir de tomar o assento dele, tomar o lugar dele.
🌍 O Cenário Atual de veja
Obstrução física, isso tem vídeo gravado, dizendo que o presidente Hugo não poderia subir.
A gente não pode impedir a passagem de nenhum parlamentar dentro do plenário, ainda mais de um presidente para iniciar os trabalhos.
Entraram 15 deputados na Corregedoria, a gente vai ter que ver o relatório final da Corregedoria, mas eu sou contra obstrução física, não deixar o presidente da Câmara iniciar os trabalhos.
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Mas também sou contra a agressão da deputada Camila Jara contra o deputado Nikolas Ferreira.
Vamos aguardar o relatório do Conselho para dar prosseguimento no Conselho de Ética’.
O corregedor Diego Coronel (PSD-BA) tem até o fim de setembro para decidir sobre a punição, que vai desde a cassação até a suspensão cautelar do mandato dos parlamentares.
Fonte: veja
30/08/2025 14:39