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‘A moda também é sobre provocar, as críticas não me paralisam’, diz Malu Borges

21 de janeiro de 2026
in ENTRETENIMENTO, Internacional
Home ENTRETENIMENTO
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‘A moda também é sobre provocar, as críticas não me paralisam’, diz Malu Borges Com mais de 3 milhões de seguidores, a influenciadora de moda fala sobre suas visões, princípios e trabalhos dentro da indústria Entrevista|Ana Be*, do R7 Como será o ano 2026 para a indústria da moda e suas tendências?

Será que teremos um catálogo all jeans?

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Ou talvez uma mistura entre o exagero do Glam Rock e a ousadia do Country?

O ano virou, e o guarda-roupa mudou.

A moda e seus derivados estilos são considerados, desde seu surgimento, reflexos da época em que são criados, da estabilidade ou instabilidade econômica de um país, de movimentos sociais e culturais e sobretudo de quem a veste.

A influenciadora brasileira de moda Malu Borges é um exemplo vivo de que a estética transmitida pelas roupas e seus ornamentos sempre esteve interligada com as emoções individuais e coletivas, expressadas em diferentes momentos da humanidade como na era do disco, com suas cores exageradas e os saltos de plataforma memoráveis, ou nos anos 2000, que teve a juventude estampada em suas calças de cintura baixa e as diversas camadas de blusas rendadas.

É com mais de 3 milhões de seguidores e entre sapatos de flamingos, vestidos infláveis, vestido perolados e bolsas de pombo que Malu Borges demonstrou ser uma âncora de originalidade e criatividade dentro da indústria da moda e tem fincado seu nome como uma das maiores criadoras de conteúdo atual.

“A moda comunica, provoca, dá visibilidade.

Ela pode abrir conversas importantes, representar grupos, questionar padrões e ampliar olhares […] As tendências passam, mas a identidade de quem veste é o que realmente permanece”, argumenta.

Confira a entrevista na íntegra:
R7 – Como tem sido sua jornada dentro da mídia?

Malu Borges – Eu acho que sempre fui vivendo, seguindo a minha intuição, sem muita pausa.

Hoje, olhando para trás, eu penso “uau, olha a proporção que tudo tomou”.

Isso me deixa muito feliz, porque eu sempre fui muito genuína comigo, sempre segui meus instintos e meus caminhos, e ver que isso me trouxe até aqui é muito especial.

Quando marcas que eu admiro e tenho muito carinho começaram a me chamar para trabalhar, receber convites de marcas internacionais, para desfiles e projetos, saber que elas chegaram até mim pelo meu conteúdo, pelo meu perfil, é algo que me emociona.

E claro, o reconhecimento da mídia, capas de revistas… tudo isso são experiências muito incríveis de viver.

R7 – Quais foram os maiores desafios que você enfrentou ao entrar na indústria da moda?

Malu Borges – Entrar em um meio onde eu não conhecia absolutamente ninguém.

Eu não vim de uma família ligada à moda, não tinha conexões, nada.

É como escolher uma profissão totalmente nova sem referências próximas.

Você chega em um lugar onde tudo já está estruturado e você é completamente nova, precisa se apresentar, se provar, mostrar quem você é o tempo todo.

É difícil sabe?

Mas também muito formador.

No caminho, conheci pessoas incríveis que tornaram tudo mais especial e fizeram esse processo valer a pena.

R7 – Como você enfrenta as críticas da mídia?

Malu Borges – Desde muito nova eu nunca tive a necessidade de agradar todo mundo.

Nem na vida pessoal, nem no trabalho.

Sempre soube quem eu sou e sempre segui minha intuição.

Então, quando eu visto algo que eu gosto, isso já é suficiente para mim.

Acho que essa segurança transparece, mas claro que ouvir mulheres dizendo que se sentiram inspiradas a se vestir como realmente são me fortaleceu ainda mais.

As críticas não me paralisam, pelo contrário, me deixam mais forte e mais segura das minhas escolhas.

R7 – Qual foi o look que você acredita ter alavancado sua carreira?

Malu Borges – Eu não consigo apontar um único look.

Acho que foi a junção de vários momentos, várias estéticas e várias escolhas ao longo do tempo.

Alguns looks marcaram fases importantes, como os que usei em premiações, por exemplo, quando aproveitei momentos de grande visibilidade para dar espaço a marcas e designers brasileiros, muitas vezes ainda em formação.

Usar moda como vitrine para talentos que eu acredito sempre foi muito importante para mim, e esses looks acabam sendo muito marcantes na minha trajetória.

R7 – Como você decide qual conteúdo apresentar ao público?

Malu Borges – Eu acho que é um pouco de tudo, mas muito mais ligado à minha vida do que a tendências específicas.

Eu não paro para estudar tendências, eu vivo, viajo, observo, consumo referências no Instagram, no Pinterest, nas experiências que eu tenho.

Tudo isso vai criando um mix de ideias na minha cabeça.

Normalmente existe uma peça que dá o start, pode ser um vestido, um óculos, um chapéu, e a partir disso o look vai se construindo.

É muito intuitivo.

Os looks vão sendo montados de acordo com o lugar, o clima, o contexto.

Eu gosto muito de me vestir de forma coerente com o ambiente onde estou, isso me inspira bastante.

Minha mãe participa muito desse processo, eu amo montar looks com ela.

Ela traz um olhar diferente do meu, mais fresco, e isso me dá muita segurança criativa.

R7 – Qual foi o look que você mais amou usar, que seu público mais gostou e o mais criticado?

Malu Borges – É difícil escolher um só, mas os looks que eu mais amo usar são aqueles feitos especialmente para mim por marcas brasileiras.

Saber que aquela peça foi pensada para o meu corpo, para o meu momento, e que pode alcançar outros lugares e outras pessoas, torna tudo muito especial.

Agora, sobre público?

Teve um vestido curto, inteiro de madrepérolas, usado em praias, que eles amaram.

Ele tinha som, movimento, tinha essa estética de sereia, de conchas, do mar, sabe?

As pessoas se conectaram muito com isso e foi um sucesso!

Um que eles criticaram foi com certeza uma calça balão gigante da Acne Studios.

Toda vez que eu uso, gera muitas críticas.

Mas eu acho divertido, faz parte do jogo.

A moda também é sobre provocar, gerar conversa, e eu encaro isso de forma leve.

R7 – E como funciona a escolha dos looks em datas comemorativas como Natal, Ano Novo, Carnaval?

Malu Borges – Esses looks vão sendo construídos ao longo do ano.

Como eu amo o que eu faço, essas datas acabam sendo oportunidades de criar algo especial.

No Carnaval, por exemplo, eu gosto muito de convidar marcas brasileiras para montar looks comigo, um para cada dia.

É uma forma de celebrar a moda, a criatividade e também dar visibilidade a talentos que eu admiro.

R7 – Como você entende a questão da moda ser uma forma de arte ou ser uma expressão da indústria comercial?

Malu Borges – Eu acho que as duas coisas coexistem.

Existem pessoas que vestem roupa apenas por necessidade, outras que consomem moda de forma mais guiada pela indústria, e existem aquelas que usam a moda como forma de expressão pessoal.

A moda se manifesta de maneiras diferentes dependendo de quem a veste, e todas elas existem ao mesmo tempo.

📊 Informação Complementar

R7 – Como você vê o futuro para a indústria da moda e suas tendências?

Malu Borges – A moda está cada vez mais caminhando para um lugar de identidade e menos de regras fixas.

As tendências continuam existindo, claro, mas elas não ditam tudo como antes.

Existe uma mistura maior de estilos, referências e épocas, e isso abre espaço para mais liberdade, inclusive eu acredito que as próximas temporadas vão valorizar ainda mais a individualidade, a mistura do novo com o pessoal, do global com o local.

R7 – Como se adaptar às mudanças constantes na indústria da moda?

Malu Borges – Eu me adapto sendo muito fiel a quem eu sou.

A moda muda o tempo todo, mas quando você tem clareza da sua identidade, fica mais fácil navegar por essas mudanças sem se perder.

Eu observo, absorvo o que faz sentido para mim e deixo passar o que não conversa com a minha estética ou com o meu momento.

R7 – Como lidar com o fato de que talvez a indústria da moda tem criado padrões, sendo uma das maiores influenciadoras de moda do Brasil?

Malu Borges – Historicamente a indústria da moda sempre ajudou a criar padrões, mas eu também acredito que estamos em um momento de transformação.

Hoje existe mais espaço para diversidade, diferentes corpos, estilos e narrativas, e como criadora de conteúdo, eu tento lidar com isso sendo responsável, mostrando que não existe uma única forma de se vestir ou de ser.

Meu foco é incentivar liberdade, não comparação.

R7 – Que conselho você daria para alguém que está começando no mundo da moda e quer se destacar?

Malu Borges – Pode parecer clichê, mas é ser você.

Se você não for você, não só na moda, mas em qualquer área, não dá para sustentar por muito tempo, entende?

Mesmo quando for difícil, ser fiel a quem você é sempre vale a pena.

*Sob supervisão de Arnaldo Pagano, editor do R7


Fonte: r7

21/01/2026 07:12

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