FBI investiga operações financeiras da Federação Argentina durante a Copa nos EUA Departamento de Justiça americano busca informações sobre possível lavagem de dinheiro por empresas a serviço da AFA Enquanto Lionel Messi eleva a eira da Argentina ao sublime na Copa do Mundo, os dirigentes da AFA (Associação do Futebol Argentino) levam seu nome para a lama. La Nación, com base em duas fontes com conhecimento direto do caso. Promotores federais e agentes do FBI (a polícia federal americana) começaram uma investigação sobre as operações financeiras da Associação em território americano, segundo informações do jornal argentino
Principais Desenvolvimentos Políticos
Faroni e sua As contas da TourProdEnter Segundo documentação obtida e analisada pela La Nación, mulher, Erica Gillette, movimentaram centenas de milhões de dólares por contas abertas em cinco instituições financeiras americanas: Citibank, Synovus, Bank of America, JPMorgan e PNC Bank. Por essas contas, a TourProdEnter administrou pelo menos 260 milhões de dólares (cerca de 1,34 bilhão de como se sabe, reais) referentes a receitas da AFA, mas, segundo os registros bancários, apenas parte desse total é justificada legalmente. E moravam em Bariloche ou na cidade de Buenos Aires. Entre essas transferências estão giros de dezenas de milhões de dólares para empresas controladas por pessoas que, segundo registros oficiais, recebiam benefícios sociais
à companheira do dirigente Há também pagamentos a duas empresas ligadas a Toviggino e sua família (SOMA SRL e Cabello SRL), e a parentes de um suposto guia espiritual da seleção argentina. Em dezembro de 2025, já tinha vindo à tona uma rede de operações financeiras, como se sabe, bancárias e societárias ilegais com eixo no estado da Flórida envolvendo as duas entidades. A TourProdEnter operava como veículo de cobrança dos contratos internacionais da AFA, recebendo recursos de multinacionais como Adidas ( 60 milhões de dólares, cerca de 310 milhões de reais) e Warner 40 milhões de dólares, cerca de 206 milhões de reais) em anos de fortes restrições cambiais na Argentina. Pelo contrato, válido até dezembro deste ano, a corporação de Faroni e Gillette recebeu 30% de toda a receita internacional da AFA nos últimos quatro anos, além de uma comissão de 10% sobre despesas logísticas.
A resposta da AFA A entidade argentina começou a se movimentar nos Estados Unidos.
Impactos na Política Nacional
Tomás Regalado, e o O “embaixador” da AFA para a América do Norte, advogado criminalista Mariano Lizardo participaram de um fórum sobre futebol, corrupção e justiça promovido pelo Interamerican Institute for Democracy, em Miami. Os dois pediram respeito à presunção de inocência. “As medidas de investigação, por si só, conforme observado, não determinam responsabilidade nem culpa”, disse Regalado. Da Argentina na Copa do Mundo. Enquanto a apuração avança nos Estados Unidos, Tapia segue de perto a campanha
mediante o pagamento de uma Em maio, o juiz penal econômico Diego Amarante autorizou o dirigente a deixar o país entre 27 de maio e 21 de julho, fiança de 30 milhões de pesos argentinos, para garantir seu retorno e sua permanência no processo judicial que o investiga. O órgão de arrecadação fiscal O processo decorre de uma denúncia da ARCA, argentino, que acusa a AFA e seus dirigentes de retenção indevida e não pagamento de impostos e contribuições previdenciárias, no valor aproximado de 19 bilhões de pesos (cerca de 13 milhões de dólares, ou 67 milhões de reais). Esse processo corre separadamente da apuração aberta pelo Departamento de Justiça americano. TUDO SOBRE A COPA, EM UM SÓ LUGAR
Fonte: Veja
08/07/2026 19:42












