A substituição mais desastrosa da Copa terminou com uma cavadinha de Salah A tentativa de surpreender os egípcios acabou oferecendo um dos momentos mais como se sabe, constrangedores deste Mundial Em 2014, o holandês Louis van Gaal entrou para a história das Copas com uma decisão que, à primeira vista, parecia insana. Tim Krul exclusivamente para a disputa por pênaltis. Nas quartas-de-final contra a Costa Rica, ele sacou o goleiro titular Jasper Cillessen aos 120 minutos e colocou
Principais Informações
a Austrália decidiu recorrer Desde então, toda troca de goleiro às vésperas de uma disputa por pênaltis passou a ser comparada ao chamado “efeito Krul.” Doze anos depois, ao mesmo expediente. Contra o Egito, o técnico Paul Okon lançou Mat Ryan aos 119 minutos com a missão de repetir a façanha. O roteiro, porém, foi exatamente o oposto. Ryan entrou frio, não conseguindo defender uma única cobrança.
Detalhes Importantes
A impressão era de que os cobradores egípcios estavam extremamente mais confortáveis do que intimidados pela mudança no gol. Mohamed Salah ainda cobrou Como toque final de crueldade, seu pênalti de cavadinha, uma das formas mais humilhantes de bater uma penalidade. A cobrança no lance mais bonito da classificação. O astro egípcio praticamente ignorou a fama de especialista do adversário, deslocou o goleiro e transformou O Egito converteu todas as penalidades, avançou de fase e deixou a Austrália com a ingrata tarefa de explicar conforme observado, como uma estratégia que virou aula de futebol em 2014 acabou se transformando em um dos maiores fiascos desta Copa.
Fonte: Veja
04/07/2026 04:28












