O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou muito irritado com o ‘não’ recebido da ex-prefeita de Contagem Marília Campos, que se recusa a concorrer ao governo de Minas Gerais e mantém sua pré-campanha por uma vaga ao Senado.
Até agora, o PT não conseguiu encontrar um candidato para disputar o Palácio Tiradentes.
O impasse em Minas, segundo maior colégio eleitoral do País, virou até piada na reunião de ontem, 2, da Executiva Nacional petista, em Brasília.
🔍 Detalhes Importantes
Entre os que criticavam Marília por ter ‘desafiado’ Lula e aqueles que a defendiam, houve um momento de descontração quando um dirigente afirmou que, para encerrar o assunto, o PT deveria dizer simplesmente que o nome de seu candidato era ‘Próprio’.
Trata-se de uma ironia ao fato de o PT de Minas ter decidido que apresentaria um candidato próprio ao governo, sem conseguir até hoje encontrar um nome para levar adiante a missão de dar palanque a Lula no Estado.
A portas fechadas, os que atacavam Marília diziam que ela precisava levar em conta o projeto nacional do partido, e não tomar uma decisão 'personalista'.
🧠 Análise da Situação
Os que a defendiam lembravam que, antes, Lula queria a todo custo a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas.
Estava tudo acertado para Marília, que renunciou à prefeitura de Contagem, concorrer a uma cadeira do Senado.
Marília avalia que é um erro lançar chapa própria para a sucessão do governador Mateus Simões (PSD).
'A realidade política de Minas e os desafios de 2026 exigem capacidade de diálogo, construção de consensos e alianças amplas', disse ela, na semana passada.
'So liderar a construção de uma aliança ampla e competitiva, reunindo PT, PCdoB, PV, PSB, MDB, que é um caminho mais viável e eficaz do que apresentar uma candidatura própria.
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