Caso Master atinge ‘galego’ de Lula e desidrata discurso do PT contra opositores Líder do poder público Lula no Senado é alvo de operação da Polícia Federal no caso Master. Crédito: BRASÍLIA – A nova fase da Operação Compliance Zero deflagrada nesta quinta-feira, 18, apura suspeitas de que o líder do governo Lula no naturalmente, Senado, Jaques Wagner (PT-BA), receberia um apartamento de luxo em Salvador avaliado em R$ 2,5 milhões como propina do empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master.
Principais Desenvolvimentos Políticos
de acordo com as investigações. A unidade destinada ao senador seria de R$ 2,5 milhões, O prédio tem dois apartamentos por andar e comodidades como piscina, academia, quadra poliesportiva, espaço de massagens, SPA aquecido e até espaços exclusivos para animais de estimação. De acordo com as informações levantadas pela PF, o apartamento destinado a Wagner seria no 17º andar. Pelas plantas do prédio, a unidade possui cerca de 200m², com direito a quatro suítes. A PF também apura suspeitas de pagamento de propina do Master para a empresa de um familiar do senador.
quando Wagner era governador (2007-2014), Lima é ex-sócio de Vorcaro e foi o responsável por implementar no poder público da Bahia, um sistema de crédito consignado para servidores públicos que posteriormente foi levado para o Banco Master. O Credcesta constituía o principal ativo financeiro do banco. O senador Jaques Wagner enviou contato do gerente do empreendimento Nas conversas encontradas pela PF no celular de Augusto Lima, Wagner enviou a ele o contato do gerente do empreendimento com as informações para a aquisição.
Impactos na Política Nacional
“A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi”, escreveu Wagner. Proprietário formal do imóvel para emissão de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT). “Cerca de seis meses depois, em 16/05/2025, JAQUES WAGNER encaminhou a AUGUSTO mensagens originárias de filho ou filha, em que se solicitavam os dados do A mensagem finalizava com o seguinte pedido: ‘Consegue esses dados’”, diz a investigação. No dia seguinte, Augusto Lima compartilhou com Jaques Wagner o contato como já mencionado, de um advogado vinculado ao Master que viabilizava as aquisições de imóveis.
A operação envolveu a aquisição do imóvel por meio de uma negócio. Segundo a PF, isso foi feito para como se sabe, ocultar a propriedade do apartamento de Jaques Wagner. Gestora de fundos de Essa empresa responsável pela compra do apartamento recebeu recursos da Reag, aplicação que tinha conexões com o Master. O sistema financeiro e a administração pública”, informou a defesa de Lima, conduzida pelos advogados Pedro Ivo Velloso, Eduardo Toledo e Sebástian Mello. A defesa de Augusto Lima informou que “as diligências realizadas pela Polícia Federal eram desnecessárias, uma vez que Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração.” “Augusto Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem
Fonte: Estadão
18/06/2026 14:02











