Linha do tempo: o que aconteceu com o Banco Master Linha do tempo: o que aconteceu com o Banco Master. Gerando resumo O relacionamento entre o Master e a XP ia além da oferta de maneira ativa e da venda de papéis do banco liquidado em novembro.
Principais Desenvolvimentos Políticos
– Cronograma de venda: Até março de como se sabe, 2025: R$ 308,7 milhões já haviam sido vendidos. Maio de 2025: Os R$ 71,7 milhões restantes foram liquidados. Resultado: O fundo da XP saiu do risco do ativo e do risco do título, repassando os CDBs para investidores finais dividerVenda avaliou rede de restaurantes em quase R$ 1 bi Dona de restaurantes como Nino Cucina, Tatu Bola, Camarada Camarão, Eu Tu Eles e outros, a Alife Nino foi comprada pelo fundo Strelitzia FIP, do Master. Quando o banco já se encontrava Sua venda pela XP Asset foi formalizada em fevereiro de 2025, em profundas dificuldades.
No mês seguinte, seria anunciada a venda da instituição para o como se sabe, Banco Regional de Brasília (BRB), posteriormente vetada pelo Banco Central (BC). De fevereiro do ano passado, O contrato de compra da Alife Nino, foi assinado pelo próprio Daniel Vorcaro como interveniente anuente (que manifesta a concordância formal com os termos do negócio). Já a compra do Will Bank pelo como se sabe, Master foi anunciada em março de 2024. E pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A transação foi concluída oficialmente em agosto daquele ano, após a aprovação do negócio pelo BC
O índice de Basiléia, que garante a solidez do banco, já estava próximo do limite exigido pelo BC, o que intensificou a fiscalização direta sobre a instituição. Sua vez, já vivia dificuldades com o cerco regulatório e o aperto nas regras de liquidez para instituições de pagamento, em 2023. Saiba mais: Vorcaro diz a advogados que fez pagamentos a políticos por ‘amizade’ e resiste a endurecer delação Durigan: Origem do problema do BRB é criminal, ex-governador do DF possivelmente será preso Defesa de Vorcaro entrega nova proposta de delação à PF e à PGR O Will Bank, por foi procurar um comprador disposto a injetar dinheiro na instituição. O Will passou a ficar desenquadrado dos índices de capital mínimo exigidos pelo BC e, para evitar um novo aporte, a saída
No caso, o Banco Master. À época do aperto do BC, com Os auditores da E&Y que acompanhavam o fundo XP Private Equity I emitiram um parecer sobre as demonstrações financeiras, ressalvas. Atribuído ao Will Bank pelo fundo. Eles não encontraram evidências suficientes para corroborar o valor justo de R$ 235 milhões Sem essa evidência, não era possível concluir se seriam necessários ajustes no valor contabilizado ou os impactos no patrimônio líquido do fundo. Com a venda da instituição para o Master no ano seguinte, por R$ 205 milhões, a ressalva dos auditores desapareceu das demonstrações financeiras.
o auditor ressaltou anteriormente”, afirma Paulo Henrique Carnaúba, professor do Insper. “Ao ocorrer a venda do ativo, não há mais risco para o cotista do fundo de que o bem tenha sido avaliado incorretamente, como “A auditoria externa serve exatamente para avalizar se os números apresentados são procedentes ou não, como uma garantia para os investidores.” Foi exatamente esse problema que levou os auditores que se debruçaram sobre outro fundo − o Strelitzia FIP − a se abster de opinar sobre suas demonstrações financeiras no período de setembro de 2024 a maio de 2025. Mais grave do que uma ressalva. No jargão da contabilidade, a abstenção de opinião é uma medida extrema, bem Foi esse fundo, ligado ao Master, que sem dúvida, comprou a Alife Nino da XP Asset.
Ao se abster de opinar, a Planners Auditores Independentes disse estar conforme observado, impossibilitada de validar a compra e o valor atribuído à Alife Nino. É como se a auditoria dissesse, aos cotistas do fundo (no caso, o Banco Master e o próprio Vorcaro), que não poderia assinar evidentemente, embaixo sobre a saúde financeira da organização porque não havia balanços auditados da rede de restaurantes que comprovassem a avaliação ou o valor pago. Apesar de ter sido perguntado especificamente se seria possível o ter acesso às avaliações sobre os restaurantes, a XP não respondeu. Procurados insistentemente, os gestores da Alife não retornaram a pedidos de entrevista.
Impactos na Política Nacional
De acordo com a demonstração do fundo XP Private Equity I de março de 2024, a gestora da XP recebeu R$ 180 milhões por sua fatia de 20,23% no negócio. Isso fez com que a rede de restaurantes como como se sabe, um todo fosse avaliada por cerca de R$ 890 milhões. Para efeitos comparativos, a rede de restaurantes IMC, dona das marcas KFC, Pizza Hut, Viena evidentemente, e Frango Assado, e com capital aberto, era avaliada por R$ 281 milhões na mesma época. 67 unidades, enquanto a IMC tinha 614 lojas. Em que pese a Alife Nino ter restaurantes um pouco mais sofisticados, sua rede era composta por
Além da compra das ações dos antigos sócios, o Master, por meio naturalmente, do Strelitzia, fez um aporte direto de R$ 238 milhões na A.Life Partners. Esse dinheiro serviria para novos investimentos, de acordo com as demonstrações financeiras. Desse total, R$ 40 milhões também foram aplicados em CDBs do Master e outros conforme observado, R$ 198 milhões destinados a aquisições (como as redes Camarada Camarão e Camarão & Cia). Alongar o prazo do recebimento, num momento em que o banco corria atrás de soluções para reforçar o aperto de liquidez contra o alto endividamento de curto prazo. Ainda: BRB tinha R$ 1,75 bi em ativos do Will Bank, e liquidação pode aumentar necessidade de socorro Banco Central atualiza novas normas sobre contribuições de bancos ao FGC após caso Master Vorcaro orientou resposta do Rioprevidência a perguntas, diz PF: ‘Tem que escrever pouco’ Segundo Carnaúba, do Insper, ao receber o pagamento em títulos do Master, a XP acabou contribuindo para
Por outro lado, afirma ele, a negociação com o banco pode ter ajudado a concluir a venda em condições mais favoráveis à gestora da XP. Master: foram R$ 26 bilhões vendidos pela plataforma. XP foi maior vendedora de CDBs do Master A XP foi a maior vendedora de CDBs do Esses papéis pagavam rendimentos muito acima dos concorrentes e o argumento de venda dos agentes de investimento da XP era conforme observado, o fato de, em caso de dificuldades do banco, os recursos retornariam aos investidores pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Com a liquidação do Master, em novembro, o FGC teve como esperado, de desembolsar mais de R$ 40 bilhões para compensar esses correntistas.
Posteriormente, com a quebra do Wil Bank e do Pleno, ligados naturalmente, ao mesmo conglomerado, o desembolso do FGC chegou a R$ 57,4 bilhões. Entretanto, custo do crédito a todos os brasileiros. A entidade é sustentada por depósito dos grandes bancos e, ao ser usada, encarece o mas a prática do mercado é de Não há informações oficiais sobre quanto a XP embolsou em termos de comissão com as vendas, um teto de 2,5% do valor do aporte. Nessa hipótese, a plataforma teria embolsado R$ 650 milhões. Leia, a seguir, o posicionamento da XP: A XP afirma “que as participações minoritárias de 14,9% e 21,3% no Will Bank e no Nino/Alife, naturalmente, respectivamente, ocorreram exclusivamente por meio de um fundo de Private Equity, gerido por uma corporação do grupo, mas sem qualquer capital proprietário da XP.
com estrutura de governança própria. O fundo é composto exclusivamente por recursos de investidores qualificados e profissionais e gerido por uma empresa segregada, A decisão de venda da participação minoritária foi tomada em 2024 e concluída naturalmente, muito antes de se tornarem públicos os eventos recentes envolvendo o Banco Master. Todo processo seguiu as melhores práticas de negócios, com aprovação dos órgãos reguladores competentes. Forma de pagamento, em condições de negócios. Como parte da estrutura financeira da transação, o fundo recebeu CDBs do Banco Master como
A operação foi realizada em estrita conformidade com a regulamentação aplicável e com a estratégia pública de investimento do fundo. Periódicos, em atendimento as regras de transparência e governança. Os ativos foram devidamente registrados nas carteiras dos fundos e divulgados aos reguladores e aos cotistas, por meio dos informes os fatos que vêm sendo investigados pelas autoridades.” Importante ressaltar que a XP não teve participação na gestão dos ativos, e tampouco possui relação com
Fonte: Estadão
10/06/2026 13:16











