O árbitro Omar Artan teve sua entrada nos Estados Unidos recusada, mesmo com passaporte diplomático, em um caso que gerou controvérsia.
A decisão das autoridades de imigração norte-americanas levou o somali a declarar: 'Acho que eles têm um problema com o meu país'.
Artan integrava a lista de árbitros selecionados pela Fifa para trabalhar na Copa do Mundo e faria história como o primeiro somali a atuar em uma edição do Mundial.
📊 Fatos e Dados
Após ser impedido de participar do torneio, ele relatou que passou por um longo processo de verificação ao desembarcar nos Estados Unidos, com uma entrevista com agentes da imigração durando cerca de 11 horas.
A exclusão da Copa, segundo Artan, foi um golpe duro para o continente africano e para ele mesmo, que acumulou nomes importantes nos últimos anos, incluindo a final da Liga dos Campeões da África da temporada passada.
Ele também foi eleito árbitro do ano pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025.
A decisão das autoridades americanas é uma questão que merece atenção e reflexão, especialmente no contexto da Copa do Mundo, um evento global que reúne pessoas de todos os cantos do planeta.
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