Em um caso chocante que está deixando moradores desesperados, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) adotou preço 280 vezes menor no Caub em comparação com Vicente Pires.
Enquanto os residentes de Vicente Pires recebem R$ 850 por metro quadrado, o valor é quase irrisório de R$ 3 em Caub.
Os preços da Terracap são questionados por moradores da região, que sentem-se despejados pelo processo.
📊 Fatos e Dados
O deputado distrital Daniel de Castro (PP) já solicitou a suspensão imediata do Edital 04/2026 e afirma que os valores são ‘extremamente elevados para a realidade econômica da parcela significativa dos ocupantes históricos’.
Com o prazo de apresentação das propostas de compra no Vicente Pires encerrando em 30 de julho, moradores estão crescendo cada vez mais a insegurança jurídica e social.
Eles temem perder os benefícios da regularização e a perda dos imóveis para alienação em procedimentos competitivos.
🧠 Análise da Situação
A Terracap justificou que o valor dos imóveis foi definido com base nos mesmos critérios das avaliações de mais de 30 mil imóveis regularizados pela empresa nos últimos anos.
Contudo, isso não parece ser suficiente para aliviar a dor dos moradores que estão sendo despejados sem justa compensação.
O processo de venda das glebas do Caub I e do Caub II pode resultar em um prejuízo de R$ 655 milhões.
A situação é alarmante, e os moradores pedem uma intervenção urgente para evitar o despejo sem justa compensação.
A questão não passará a ser apenas uma história local?
Os moradores do Caub estão desesperados em busca de soluções, enquanto a Terracap parece estar mais preocupada com os lucros.
O que vai acontecer em seguida?
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