Acolhimento não é adoção, mas a concessão de um lar temporário seguro para essas crianças e jovens que vivem, por algum por motivo, longe das suas famílias de origem.
As famílias acolhedoras selecionadas recebem auxílio financeiro durante a estada do menor A Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), abriu inscrições para o Família Acolhedora, serviço de apoiamento a crianças e adolescentes vítimas de violência ou negligência.
A inciativa, que tem como objetivo a ampliação do acesso a lares provisórios, foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (2).
📌 Pontos Principais
A Prefeitura esclarece que o acolhimento não é uma adoção, mas a concessão de um lar temporário seguro para essas crianças e jovens.
O acolhimento ocorre até que outra família se inscreva no programa, o menor retorne ao lar de origem ou atinja a maioridade.
No Rio de Janeiro, apenas 19% dos menores estão com famílias acolhedoras; ao passo que 81% deles encontram-se em acolhimento institucional.
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As inscrições podem ser feitas presencialmente em uma das Coordenadorias de Assistência Social (CAS) ou no site da SMAS.
Os interessados devem atender a alguns requisitos: ser aprovado na avaliação psicossocial; ter entre 21 e 68 anos, além de disponibilidade de tempo para conviver com a criança ou jovem abrigado.
As famílias selecionadas pelo programa receberão da Prefeitura do Rio uma bolsa-auxílio de R$ 1.400.
Se a criança ou jovem forem portadores de alguma deficiência ou necessidade especial a ajuda de custo sobe para R$ 2.030.
Atualmente, a Prefeitura conta com 120 famílias cadastradas, sendo 68 delas responsáveis pelo acolhimento de 110 crianças e adolescentes.
Fonte: Terra
02/06/2026 23:27











