O quarto dia do júri do caso Henry Borel foi marcado por relatos contundentes que reforçam o histórico de violência atribuído ao ex-vereador e padrasto do menino, Jairinho.
Durante as oitivas desta quinta-feira (28), testemunhas descreveram um padrão de comportamento agressivo, manipulação e ameaças que teriam ocorrido em relacionamentos passados do réu.
Um dos depoimentos mais impactantes foi o de Kaylane Pereira.
🧠 Análise da Situação
Hoje maior de idade, ela relatou aos jurados que sofreu agressões físicas, incluindo socos e chutes, por parte de Jairinho quando tinha entre 3 e 6 anos de idade, período em que ele namorava sua mãe.
A mãe de Kaylane, Natasha Machado, também prestou depoimento.
Ela descreveu ter vivido um relacionamento tóxico, marcado por episódios de manipulação e perseguições por parte de Jairinho após a separação.
💥 Impacto e Consequências
Débora Saraiva, outra ex-namorada do réu, corroborou a narrativa ao relatar agressões que ela e seu filho sofreram durante o período em que estiveram juntos.
Uma das colaboradoras domésticas que trabalhou na residência do ex-vereador também está sendo ouvida.
Devido ao temor de represálias, a testemunha solicitou depor sem a presença dos réus no ambiente, procedimento acatado pelo juiz para preservar a integridade da depoente.
🔄 Atualizações Recentes
Incidentes no plenário
Além das oitivas, o andamento do julgamento foi interrompido por um incidente envolvendo a conduta da defesa.
Uma advogada foi retirada do plenário após ser flagrada tentando observar as anotações feitas pelos jurados, o que é proibido pelas normas do tribunal.
Os trabalhos do júri continuam nesta sexta-feira (29), quando está previsto o depoimento de Leniel Borel, pai de Henry.
A expectativa é que o relato traga novos elementos sobre os momentos que antecederam a morte do menino.
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Fonte: Band Notícias
28/05/2026 19:38











