Os principais pré-candidatos à presidência da República protagonizaram agendas distintas nesta terça-feira (26), entre entregas governamentais, entrevistas e articulações partidárias que antecipam o clima eleitoral de outubro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve em Manaus para entregar 576 apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida no Residencial Morar Melhor, no bairro Tarumã-Açu.
O empreendimento recebeu mais de R$ 92 milhões em investimentos federais e deve beneficiar mais de duas mil pessoas.
💥 Impacto e Consequências
As unidades têm quase 50 metros quadrados e o conjunto conta com biblioteca, centro comunitário, espaços comerciais e quadra poliesportiva.
"Quando eu voltei à presidência em 2023, a gente encontrou milhares de casas paralisadas.
Nós tivemos que refazer projeto, refazer licitação, refazer preço, saber se a estrutura da casa estava compatível para a continuidade", afirmou o presidente durante a entrega.
🔍 Detalhes Importantes
No campo da oposição, Ronaldo Caiado (PSD) dedicou o dia a entrevistas e reforçou a defesa de unidade entre os adversários de Lula em um eventual segundo turno.
"O acordo existe, de que aquele que chegar ao segundo turno terá o apoio dos demais.
Então este é o que deve prevalecer neste momento", declarou o ex-governador de Goiás.
📊 Fatos e Dados
Já Romeu Zema (Novo) se reuniu com empresários e investidores em São Paulo e foi além do discurso de unidade para o segundo turno: o pré-candidato disse não descartar uma aliança com Caiado já no primeiro turno.
"Essas conversas sempre ocorrem e, com toda certeza, o desfecho disso vai ser lá na data limite.
Porque, na política, é na meia-noite da data limite que as coisas costumam ser definidas, infelizmente", afirmou Zema.
A corrida presidencial pode ganhar ainda mais um nome.
A Federação PSDB-Cidadania discute o lançamento do senador Aécio Neves (MG) como pré-candidato.
O Cidadania já aprovou por unanimidade a indicação do ex-governador de Minas Gerais, e agora a decisão está nas mãos do PSDB.
Aécio fez acenos ao eleitorado de centro ao criticar o que chamou de polarização política no país.
"O Brasil vive essa polarização rasa, grosseira, inculta, e tem sobrado pouco espaço para se pensar o país", disse.
O senador, no entanto, deixou uma condição no ar: "Se nós percebermos que a aventura virou risco, o PSDB poderá estar de novo ao lado do Cidadania nas eleições de outubro."
Fonte: Band Notícias
26/05/2026 21:28











