Ex-governador do Rio Cláudio Castro e dono do Grupo Refit são alvo de operação da PF Equipes da Polícia Federal cumprem mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador, em condomínio de luxo na Barra da Tijuca Rio de Janeiro|Jéssica Eufrásio e Bruna Pauxis, do R7, em Brasília e Natália MartinsOpens in new window LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7 O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e o empresário Ricardo Andrade Magro, dono do Grupo Refit, são alvo da Operação São Refino, da PF (Polícia Federal), na manhã desta sexta-feira (15).
A força-tarefa ocorre no Rio de Janeiro e em outras duas unidades da Federação.
Os policiais cumprem mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na zona sudoeste da cidade.
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Ricardo também é alvo das investigações, mas atualmente mora nos Estados Unidos.
O grupo comandado por ele é controlador da antiga Refinaria de Petróleo Manguinhos S.A., no Rio de Janeiro, e considerado o maior devedora contumaz do país.
Leia Mais A Operação Sem Refino apura a suposta atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de usar uma estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e envio de dinheiro ao exterior.
📊 Fatos e Dados
As equipes cumprem 17 mandados de busca e apreensão, além de sete ordens judiciais para afastamento da função pública, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Distrito Federal.
Os policiais também investigam possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de uma refinaria vinculada ao grupo.
Leia Mais A operação ocorreu por autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que também pediu a inclusão do nome de Ricardo Magro na Lista de Difusão Vermelha da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).
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Essa relação inclui pessoas com localização indefinida, para que sejam presas no país em que estiverem.
No entanto, Ricardo Magro mora em Miami, nos Estados Unidos, desde 2016.
Até a mais recente atualização desta reportagem, não havia pedido de extradição emitido contra o empresário.
O STF ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.
A operação faz parte dos trabalhos da PF nas apurações relacionadas à ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamenta) nº 635/RJ, conhecida como ADPF das Favelas.
Essa ação judicial envolve a atuação de organizações criminosas e as conexões delas com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.
O inquérito que levou à operação estava na primeira instância.
Porém, o Ministério Público do Rio de Janeiro o enviou à PGR (Procuradoria Geral da República), pois o processo mencionava autoridade com foro privilegiado.
Com a aceitação da competência pela instituição federal, os documentos acabaram repassados à PF.
A força-tarefa desta manhã ocorre com apoio técnico da Receita Federal do Brasil.
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Fonte: R7 Notícias
15/05/2026 10:17











