Galípolo nega ter conversado sobre o caso Master com Alexandre de Moraes À CPI do Crime Organizado, presidente do BC disse não ter feito ligações relatou que contato foi relacionado à Magnitsky Brasília|Lis Cappi e Giovana Cardoso, do R7, em Brasília LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7 O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse não ter conversado sobre o Caso Master com o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A posição fez parte de depoimento à CPI do Crime Organizado, nesta quarta-feira (8), e repercute matéria jornalística que apontou chamadas entre Galípolo e Moraes.
Galípolo negou contato por telefone e que encontrou o ministro pessoalmente, para tratar sobre as penalidades da lei Magnitsky, impostas pelos Estados Unidos contra o magistrado em julho do ano passado.
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“Tiveram mais reuniões, não só com o ministro Alexandre, ligadas à Magnitsky, mas eu jamais conversei com ele por telefone”, afirmou Galípolo.
“Todos os temas que foram debatidos relativos ao ministro do Supremo foram relativos à Magnitsky“, reiterou, em outro momento.
No ano passado, Moraes também negou ter tratado o caso Master com o presidente do BC.
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A dúvida sobre a conversa se dá pela esposa de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, ter sido contratada pelo banco.
A CPI também recebeu informações financeiras que mostram que o banco pagou ao escritório da advogada mais de R$ 80 milhões.
Sigilo e liquidação do Master Durante depoimento a senadores, Galípolo também afirmou que o processo de liquidação do Banco Master foi aplicado quando a instituição tinha caixa para pagar apenas 10% dos investimentos a investidores.
💥 Impacto e Consequências
Ele evitou comentar se a penalidade poderia ter sido aplicada antes, mas reiterou que o BC ainda responde apurações por ter decidido pela liquidação.
Galípolo pontuou, ainda, que a autarquia precisa deixar o processo sob sigilo por um prazo de oito anos, por regras processuais.
“A gente tem uma determinação do BC, que existe desde 2018, para segredo em todas as instituições: dez anos para grandes e oito para menores.
Desde lá [2018], há 16 resoluções em que todas seguiram essa regra.
E tem uma justificativa para não fazê-la”, disse.
O presidente do BC ainda disse que pode ter opiniões pessoais, mas é obrigado a seguir a determinação do Banco Central, e que considera complexo mudar o caso do Master por ser um processo em andamento.
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Fonte: r7
08/04/2026 12:51











